Publicação: Produtividade do trabalho e rigidez estrutural no Brasil nos anos 2000
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Resumo
O Presente artigo mostra que o baixo crescimento da produtividade é um dos principais fatores a explicar o fraco desempenho econômico da América Latina de modo geral e do Brasil, em particular, nas últimas décadas. Um dos fatos estilizados sobre o qual há pouca discordância no Brasil é o baixo crescimento da produtividade agregada, seja ela a do trabalho ou a produtividade total dos fatores (PTF), nos últimos vinte ou trinta anos. Apesar de alguns autores apontarem para uma aceleração do crescimento da produtividade total dos fatores no início dos anos 2000, em comparação à década anterior, em termos históricos, este crescimento é muito pouco expressivo. Além disso, após a crise de 2008, observa-se novamente uma estagnação no crescimento da
PTF na economia brasileira (Bonelli e Bacha, 2013; Ellery, 2013). De modo geral, a análise dos indicadores de produtividade do trabalho evidencia a mesma tendência pela PTF, qual seja, o baixo crescimento ou a relativa estagnação da produtividade. No caso da produtividade do trabalho, esta evidência é válida independentemente da fonte de informação utilizada – seja a
partir das Contas Nacionais ou das pesquisas anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – e dos indicadores de produção utilizados.
