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Crise econômica ameaça liderança da União Europeia no debate sobre energia e mudanças climáticas

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Economic crisis puts european leadership on energy and climate change into question

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Resumo

Este trabalho pretende analisar os avanços e as dificuldades da Política de Energia e Clima da União Europeia (UE), diante do impacto da crise global iniciada em 2008. A Comissão Europeia articulou, sobretudo a partir de 2005, um ativismo inédito na área de energia, apesar da inexistência de uma competência formal para o estabelecimento de uma política energética comum. Esse movimento resultou em uma legislação inovadora e ambiciosa, analisada e avaliada neste trabalho. O fato de a UE ser crescentemente deficitária no campo energético aumentou a relevância da questão da segurança e acabou também estimulando a busca de fontes alternativas. A crise evidenciou o ainda frágil arcabouço institucional que, diante do contexto de recessão, acabou reforçando tendências centrífugas em torno de interesses e estratégias nacionais, ao mesmo tempo que complicou a realização dos investimentos necessários para avançar na implantação das políticas delineadas na área de energia e clima. O mesmo vale para os compromissos financeiros assumidos com países terceiros. Os problemas internos e a crescente falta de coerência entre o discurso e a prática comprometem o papel de liderança da UE.

Resumo traduzido

This paper will analyze the progress made and the obstacles that lie ahead for energy policy in the European Union (EU) related to the 2008 global economic crisis. The European Commission, especially after 2005, to unleash an remarkable degree of activism in the energy area, despite the lack of an official forum for the establishment of a common energy policy. This resulted in an innovative and ambitious European legislative program. The fact that the EU as a whole has a growing energy deficit increased the relevance of the issue of security and also stimulated the search for alternative sources. The crisis revealed an institutional framework that was still fragile and, in the context of a recession, ended up reinforcing centrifugal trends around national interests and strategies. At the same time, this made the realization of the investments necessary to move forward with the implementation of policies in the energy and climate area more complicated. On the other hand, there is an undeniable and strong interdependence among the economies in the block, and the European Commission has insisted on defending the gains that could be achieved with community actions.

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