Publication: A Função do estado no setor de energia nos países da OCDE : equilibrando a segurança energética, a eficiência e a sustentabilidade
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
Texto para discussão (TD) 2667 : A Função do estado no setor de energia nos países da OCDE : equilibrando a segurança energética, a eficiência e a sustentabilidade
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O processo de redefinição do Estado no setor de energia vem ocorrendo desde o final da década de 1980, quando o Reino Unido foi pioneiro em empreender um processo de privatização na busca de maior eficiência. Os países europeus também adotaram reformas liberalizantes, motivados pela tentativa de impulsionar a exportação/importação de energia no bloco comunitário europeu. Os países emergentes, aderindo ao Consenso de Washington, também seguiram as ondas liberalizantes em seus mercados de energia. No
Brasil, a primeira reforma ocorreu na década de 1990, visando a privatização das empresas geradoras e distribuidoras, em um contexto de grave crise fiscal. Basicamente, o objetivo era a criação de um mercado para atrair investimentos na geração de energia, considerando a fragilidade financeira das empresas, o que possibilitaria a realização dos investimentos necessários para o elevado aumento estimado da demanda. Soma-se a esse aspecto, o fato de que a segurança da oferta era precária, visto que a geração hidroelétrica se situava em níveis superiores a 90% naquele período. Assim, a privatização foi vista
como uma solução para diversificar a geração e melhorar a situação fiscal.
item.page.description.abstractalternative
Nesse contexto, em que a transição para uma economia de baixo carbono se impõe de forma inequívoca no século XXI e em que o Estado ainda permanece como um ator fundamental em todos os países, seja como proprietário seja como regulador, apesar das reformas liberalizantes, os objetivos desta pesquisa são de:
i) definir a racionalidade, a participação e a diversidade da atuação do Estado no setor de energia; ii) explorar a base de dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) Indicators of Product Market Regulation (PMR) para o setor de energia, analisados à luz das reformas liberalizantes
e das estruturas de governança de países selecionados; iii) derivar conclusões para o Brasil que possam subsidiar próximas reestruturações/reformas, assim como comparar o Brasil em relação aos padrões da OCDE.
