Publicação: A Instabilidade da "equipe econômica" do governo brasileiro
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Resumo
Este estudo discorre sobre a escolha dos membros do gabinete ministerial pelos presidentes que sempre chamam atenção dos analistas. As nomeações para as pastas da área econômica, mais ainda.O interesse se deve a várias questões: o perfil profissional dos nomeados (eles são economistas, burocratas, empresários, banqueiros ou políticos?); a posição que ocupavam antes de serem recrutados (eles vieram do mercado, do parlamento, de repartições públicas, de universidades, de firmas de assessoria financeira ou de agências internacionais multilaterais?); as concepções sobre a política econômica que advogam (quais são as filiações a escolas econômicas de pensamento mainstream, ortodoxas, heterodoxas?). Uma dúvida relevante nesse caso também é se os critérios para o recrutamento da equipe econômica refletem a lógica de formação de coalizões do presidencialismo ou se a área econômica do governo é sempre preservada da distribuição de ministérios em troca de apoios políticos. Essas são algumas das perguntas-padrão sobre as indicações do chefe do governo. Ainda será colocada outra questão. Em vez de analisarmos as variáveis típicas que afetam o processo de recrutamento para as referidas posições, discutiremos as razões pelas quais eles deixaram seus postos e as taxas de sobrevivência dos ministros no cargo.
