Publication: O Uso dos economistas na sociedade : Hayek no Brasil
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
Texto para Discussão (TD) 3110 : O Uso dos economistas na sociedade : Hayek no Brasil
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Este Texto para Discussão examina as visitas de Friedrich Hayek ao Brasil durante a ditadura militar, contrastando-as com suas experiências no Chile e na Argentina. Utilizando fontes primárias, incluindo correspondências e registros de jornais, reconstruímos as atividades de Hayek no Brasil e analisamos a fria recepção que o economista recebeu das autoridades governamentais. Argumentamos que, diferentemente do Chile e da Argentina, onde Hayek foi recebido por altos funcionários e suas ideias foram utilizadas para apoiar políticas econômicas, no Brasil sua presença foi ignorada pelo governo. Atribuímos esta diferença à estratégia de desenvolvimento nacional adotada pelo regime militar brasileiro, que privilegiava uma forte intervenção estatal na economia. Concluímos que a utilidade de economistas renomados para regimes autoritários depende da compatibilidade de suas ideias com as políticas econômicas vigentes. As viagens dos economistas devem ser entendidas não só pelo lado da oferta, ou seja, as suas motivações em conhecer e influenciar o mundo, mas também pela demanda por suas ideias por parte de grupos ligados ao governo.
item.page.description.abstractalternative
This Discussion Paper examines Friedrich Hayek’s visits to Brazil during the military dictatorship, contrasting them with his experiences in Chile and Argentina. Using primary sources, including letters and newspaper records, we reconstruct Hayek’s activities in Brazil and analyze the cold reception he received from government authorities. We argue that, unlike in Chile and Argentina, where Hayek was received by high-ranking officials and his ideas were used to support economic policies, in Brazil his presence was ignored by the government. We attribute this difference to the national development strategy adopted by the Brazilian military regime, which favored strong state intervention in the economy. We conclude that the usefulness of renowned economists to authoritarian regimes depends on the compatibility of their ideas with prevailing economic policies. Economists’ travels should be understood not only from the supply side, that is, their motivations to explore and influence the world, but also from the demand for their ideas by groups linked to the government.
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
MONASTERIO, Leonardo; ANGELI, Eduardo. O Uso dos economistas na sociedade: Hayek no Brasil. Rio de Janeiro: Ipea, abr. 2025. 27 p. (Texto para Discussão, n. 3110). DOI: https:// dx.doi.org/10.38116/td3110-port
