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Tempo do Mundo (TM): n. 35, dez. 2024

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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

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Titulo alternativo

Revista Tempo do Mundo (RTM), The perspective of the world review (PWR), Perspective of the world

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Resumo

A Revista Tempo do Mundo é uma publicação internacional patrocinada pelo Ipea, órgão que integra a Presidência da República Federativa do Brasil. A revista contará com versões em português e inglês e foi idealizada para apresentar e promover os debates contemporâneos, com ênfase na temática do desenvolvimento, em uma perspectiva Sul – Sul. O campo de atuação é o da economia política, com abordagens plurais sobre as dimensões essenciais do desenvolvimento, como questões econômicas, sociais e relativas à sustentabilidade.

Resumo traduzido

The Perspective of the World is an international periodical sponsored by Ipea (Institute of Applied Economic Research), a body belonging to the Presidency of the Federative Republic of Brazil, and was designed to promote contemporary debates, emphasizing the theme of development from a South – South perspective. The goal is to formulate proposals for the development of public policies and to encourage international comparisons, focusing on the scope of political economy

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TEMPO DO MUNDO. Brasília, DF: Ipea, n. 35, ago. 2024. ISSN 2176-7025. DOI: https://doi.org/10.38116/rtm35

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Apresentação : o tempo do desenvolvimento fronteiriço no mundo das migrações
Perspectiva de gênero na política externa brasileira : atuais esforços para a transversalização
Fronteiras marginais e o primeiro apátrida de Mato Grosso do Sul
Fronteiras do medo : a retórica da ameaça como instrumento político contra imigrantes internacionais
Infância e relações internacionais : reflexões sobre experiência de subalternidade e agência invisível de crianças na disciplina
Educar em fronteiras internacionais : demandas e encaminhamentos do Sistema Público Municipal de Corumbá/Mato Grosso do Sul
As Negociações bilaterais para a implementação da hidrovia Uruguai - Brasil
Movilidad y Frontera en el Límite Uruguay-Brasil : migración en tiempos de Covid en la ciudad bi-nacional Chuy-Chuí
Integração fronteiriça, migrações e desenvolvimento : o caso das cidades gêmeas de Ponta Porã (Brasil) e Pedro Juan Caballero (Paraguai) sob a lente da economia
O Jornalismo como fonte histórica e sua natureza memorialística : o caso dos estudantes de medicina brasileiros no Paraguai
A Alfabetização de alunos de origem boliviana em escolas da fronteira Brasil - Bolívia : possibilidades e desafios
Divergências e convergências nos discursos discentes e docentes : particularidades do esporte escolar em uma região fronteiriça
Políticas de recepção da migração venezuelana : comparação dos espaços fronteiriços da Colômbia, do Peru, do Brasil, dos Estados Unidos e do Chile
Migração e integração socioeconômica : indígenas venezuelanos de etnia Warao em situação de vulnerabilidade na Paraíba
Cooperação internacional e a integração local de refugiados : um estudo de caso do programa Moverse e das ações de inclusão de mulheres e meninas venezuelanas no Brasil
El Embarazo forzado de niñas y adolescentes en la frontera Roraima - Venezuela : una primera aproximación
Imigração de mulheres venezuelanas em Boa Vista, Roraima : vínculos familiares e econômicos com a Venezuela
Metodologias aplicadas à migração internacional em fronteira : registros e invisibilidades

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Publicação
Apresentação : o tempo do desenvolvimento fronteiriço no mundo das migrações
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-08) Tavano, Patricia Teixeira; Pêgo, Bolívar; Barros, Pedro Silva
A edição número 35, intitulada "O Tempo do Desenvolvimento Fronteiriço no Mundo das Migrações", destaca o desafio de transformar as fronteiras sul-americanas de elementos de isolamento em elos de união para a circulação de bens e pessoas. O Brasil, com seus 16,9 mil km de fronteiras terrestres, enfrenta dificuldades na integração fronteiriça devido à infraestrutura insuficiente e à tendência de isolamento quando as políticas são tratadas apenas nacionalmente. A recente institucionalização da Política Nacional de Fronteiras (PNFron), pelo Decreto nº 12.038 de 29 de maio de 2024, busca orientar ações coordenadas para promover segurança, desenvolvimento sustentável e integração regional nas fronteiras brasileiras.
Publicação
Perspectiva de gênero na política externa brasileira : atuais esforços para a transversalização
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-08) Faria, Vanessa Dolce de; Simoni, Mariana Yokoya
Desde janeiro de 2023, o Brasil tem reafirmado seu compromisso com a luta contra as desigualdades tanto no país quanto em espaços regionais e multilaterais. Entre essas desigualdades, destaca-se a de gênero, que se entrelaça com fatores como raça, classe social, orientação sexual e localidade geográfica. Nesse contexto, a política externa é entendida como política pública fundamental para a superação desses desafios. Este artigo apresenta a trajetória da política externa na promoção e defesa dos direitos de meninas e mulheres, relacionando essa agenda com outras iniciativas tradicionais da política externa brasileira de defesa dos direitos humanos e de inclusão e diversidade, com ênfase nas ações desenvolvidas pelo terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Publicação
Fronteiras marginais e o primeiro apátrida de Mato Grosso do Sul
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-08) Aizawa, Juliana Tomiko Ribeiro; Moreira Junior, Hermes
A contemporaneidade nos traz um acelerado fluxo de informações, transformações e pessoas em trânsito. As espacialidades podem ser reconhecidas por limites internacionais ou fronteiras divisoras de países, mas não de gentes. As condicionantes que reúnem e/ou separam pessoas não são apenas as fronteiras, mas o sentimento de pertença, acolhida e a compreensão de lugar. Nesse ínterim, o caso Inocente Arevalo Orellana nos traz a oportunidade de descrever o procedimento jurídico para reconhecer e documentar o primeiro apátrida no estado de Mato Grosso do Sul. E como a concessão da apatridia reverbera a dignidade a uma vida humana que estava condicionada a fronteiras marginais.
Publicação
Fronteiras do medo : a retórica da ameaça como instrumento político contra imigrantes internacionais
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-08) Silva, César Augusto Silva da; Lobo, Isabela Ferreira Carneiro
O medo é um sentimento que tem sido cada vez mais explorado por grupos de influência nas sociedades contemporâneas. Um dos medos mais explorados politicamente é o medo contra imigrantes internacionais. Por meio de discursos extremistas securitários, são criadas verdadeiras narrativas nas quais os imigrantes representam uma ameaça às sociedades receptoras. Nesse cenário, os discursos de ódio assumem papel crucial, pois são responsáveis pelo fomento da xenofobia e do sentimento de aversão aos imigrantes. A exploração política dessas estratégias é utilizada para consolidar poder político e avançar agendas, geralmente ligadas ao controle rígido de fronteiras. Entender como funcionam esses mecanismos é de suma relevância e se consubstancia no principal objetivo deste trabalho. Para cumprir tal objetivo, utilizou-se das abordagens teóricas de Zygmunt Bauman, Albert Hirschman e Barry Glassner, com base em metodologia dedutiva, qualitativa, com levantamento bibliográfico e análise de documentos. Chega-se à conclusão da atualidade dessas estratégias políticas extremistas colocadas em prática em vários países do mundo ocidental.
Publicação
Infância e relações internacionais : reflexões sobre experiência de subalternidade e agência invisível de crianças na disciplina
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-08) Santos, Luara Dias dos; Moreira, Joana D’arc; Maia, Marrielle
Este artigo analisa o papel das crianças como sujeitos subalternos nas relações internacionais, abordando como a voz e participação delas são frequentemente negligenciadas nos processos decisórios globais. Apesar de serem impactadas diretamente por guerras, crises migratórias e mudanças climáticas, as crianças têm suas experiências e opiniões mediadas ou silenciadas por estruturas de poder adultocêntricas. A partir de uma perspectiva pós-colonial, discute-se como a teoria da subalternidade pode ser aplicada para entender a marginalização das crianças e exploram-se exemplos concretos em que sua agência política foi ignorada ou subvalorizada. Conclui-se com a necessidade de reestruturar as instâncias internacionais para que as crianças sejam reconhecidas como atores legítimos, com direito à voz e à participação ativa. Para isso, o artigo examina inicialmente o lugar que as crianças ocupam nos debates da disciplina de relações internacionais, questionando como e por que a disciplina negligenciou as crianças e a infância. Posteriormente, discute-se a questão da agência nas relações internacionais e como isso se correlaciona com as crianças e a infância. Em seguida, foi utilizado o conceito de subalternidade de Spivak para identificar o lugar das crianças na disciplina

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