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Infância e relações internacionais : reflexões sobre experiência de subalternidade e agência invisível de crianças na disciplina

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Childhood and international relations : reflections on the experience of subalternity and invisible agency of children in discipline, Infancia y relaciones internacionales : reflexiones sobre la experiencia de la subalternidad y la agencia invisible de los niños en la disciplina

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Resumo

Este artigo analisa o papel das crianças como sujeitos subalternos nas relações internacionais, abordando como a voz e participação delas são frequentemente negligenciadas nos processos decisórios globais. Apesar de serem impactadas diretamente por guerras, crises migratórias e mudanças climáticas, as crianças têm suas experiências e opiniões mediadas ou silenciadas por estruturas de poder adultocêntricas. A partir de uma perspectiva pós-colonial, discute-se como a teoria da subalternidade pode ser aplicada para entender a marginalização das crianças e exploram-se exemplos concretos em que sua agência política foi ignorada ou subvalorizada. Conclui-se com a necessidade de reestruturar as instâncias internacionais para que as crianças sejam reconhecidas como atores legítimos, com direito à voz e à participação ativa. Para isso, o artigo examina inicialmente o lugar que as crianças ocupam nos debates da disciplina de relações internacionais, questionando como e por que a disciplina negligenciou as crianças e a infância. Posteriormente, discute-se a questão da agência nas relações internacionais e como isso se correlaciona com as crianças e a infância. Em seguida, foi utilizado o conceito de subalternidade de Spivak para identificar o lugar das crianças na disciplina

Resumo traduzido

This article examines the role of children as subaltern subjects in International Relations, addressing how their voice and participation are often neglected in global decision-making processes. Despite being directly impacted by wars, migration crises and climate change, children have their experiences and opinions mediated or silenced by adult-centric power structures. From a postcolonial perspective, we discuss how subalternity theory can be applied to understand the marginalization of children and explore concrete examples in which their political agency has been ignored or undervalued. We conclude with the need to restructure international bodies so that children are recognized as legitimate actors, with the right to voice and active participation. To this end, the article first examines the place that children occupy in debates within the discipline of international relations, questioning how and why the discipline has neglected children and childhood. It then discusses the issue of agency in international relations and how this correlates with children and childhood. Finally, uses Spivak’s concept of subalternity to identify the place of children in the discipline.

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SANTOS, Luara Dias dos; MOREIRA, Joana D’arc; MAIA, Marrielle. Infância e relações internacionais: reflexões sobre experiência de subalternidade e agência invisível de crianças na disciplina. Revista Tempo do Mundo, Brasília, n. 35, p. 97-118, ago. 2024. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/rtm35art4

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