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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 38, n. 01, abr. 2008

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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Convergência Regional Brasileira Revisitada
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Mercosul : o impacto da liberalização preferencial e as perspectivas para a união aduaneira
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5190
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5194
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3667
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3666
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5871
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Publicação
Mobilidade intergeracional de renda no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-04) Pero, Valéria Lúcia; Szerman, Dimitri
Este artigo utiliza metodologias alternativas para estimar o grau de mobilidade intergeracional de renda no Brasil. Pela aplicação do estimador de variáveis instrumentais em duas amostras, proposto por Björklund e Jäntti (1997), verificou-se que a persistência intergeracional da renda familiar per capita é maior do que a de outros conceitos de renda. Além disso, todas as medidas baseadas em matrizes de transição apontam o Brasil como o país com menor mobilidade intergeracional, em comparação com países desenvolvidos. Por fim, nossos resultados baseados na metodologia de Benabou e Ok (2001) indicam que a estrutura de mobilidade do Brasil reduz o Gini em 20 pontos percentuais, o que equivale a dizer que a desigualdade de oportunidades é responsável por algo em torno de 67% da desigualdade observada.
Publicação
Convergência Regional Brasileira Revisitada
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-04) Teles, Vladimir Kühl; Andrade, Joaquim Pinto de; Maciel, Pedro Jucá
Este artigo tem o objetivo de analisar a dinâmica de convergência regional para as regiões brasileiras a partir de uma adaptação do modelo Hall e Jones (1999), que incorpora mobilidade de trabalho e capital. Por meio de simulações computacionais, os resultados indicam uma tendência à concentração espacial e formação de dois steady states para as rendas per capita das regiões brasileiras: rico e pobre. As regiões Sul e Centro-Oeste tendem a alcançar a renda per capita da região mais rica, o Sudeste. Por outro lado, as regiões mais pobres, o Nordeste e Norte, não tendem a apresentar mudanças significativas na dinâmica de suas rendas per capita, permanecendo em um nível em torno de 3,0 e 2,8 vezes menor, respectivamente, às demais regiões. O fator-chave para a não-convergência regional encontra-se na diferença brutal de produtividade entre as regiões, o que mantém os produtos marginais do capital físico e da mão-de-obra maiores nas regiões ricas, apesar de estas terem estoques de capital maiores.
Publicação
Efeitos da saúde na idade de entrada à escola
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-04) Machado, Danielle Carusi
Com dados da Pesquisa sobre Padrões de Vida do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PPV/IBGE) de 1996/1997, fazemos uma análise da relação entre a saúde (calculada pela medida padronizada de altura e idade) das crianças e dos adolescentes de 7 a 14 anos e o ingresso no sistema educacional fundamental para as regiões Nordeste e Sudeste. Usando o modelo probit, estimamos o efeito da saúde de crianças e adolescentes sobre a probabilidade de entrarem com atraso na 1a série da escola fundamental, considerando os diferentes aspectos que interferem nessa relação, tais como as condições do local de moradia em termos de oferta educacional (tempo de deslocamento para a escola e qualidade dos recursos escolares) e da qualidade de vida, bem como as características familiares (renda familiar per capita, nível educacional dos pais e composição familiar). Mostramos que condições desfavoráveis de saúde influenciam negativamente sobre a probabilidade de ingresso na escola na idade correta, sobretudo de crianças mais pobres e que vivem em locais onde as escolas são mais distantes do local de moradia. Por fim, usando o modelo probit com instrumentos (altura do pai e da mãe), fazemos um teste de robustez dos resultados considerando a hipótese de endogeneidade da saúde.
Publicação
Retorno da Educação no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-04) Barbosa Filho, Fernando de Holanda; Pessoa, Samuel de Abreu
Este artigo calcula a taxa de retorno da educação no Brasil. Diferentemente de outros trabalhos da literatura, que a calculam por meio da equação de Mincer, neste usa-se a Taxa Interna de Retorno (TIR) da educação, atualizando os estudos de Langoni (1974) e Castro (1970). O artigo mostra que as taxas continuam extremamente elevadas no Brasil. Ele contribui ainda com a aplicação da metodologia da TIR na pré-escola. Surpreendentemente, nesse caso, ela é superior a 15% ao ano.
Publicação
A Liberalização comercial e os impactos regionais sobre a pobreza e a distribuição de renda no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2008-04) Bittencourt, Mauricio Vaz Lobo; Larson, Donald W.; Kraybill, David L.; Cruz, Márcio José Vargas da (Comentários e sugestões)
Este estudo analisa os impactos regionais de curto/médio prazo na pobreza e na distribuição de renda ocasionados pela redução nas tarifas de importação brasileiras como conseqüência dos recentes acordos de livre-comércio. Por meio de um modelo de equilíbrio geral computável, os resultados obtidos mostram que, apesar de o comércio reduzir a desigualdade de renda inter-regional, os pobres em áreas urbanas sofrem impactos negativos com a liberalização comercial, ou seja, existe um trade-off entre ganhos agregados de bem-estar e as perdas para famílias de baixa renda em áreas urbanas. Políticas comerciais adotadas isoladamente são insuficientes para atingir uma distribuição de renda mais igualitária em níveis global e regional no Brasil.

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