Política e gestão florestal

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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

Resumo

A exploração madeireira na região Amazônica é caracterizada principalmente pelo desmatamento, seja autorizado ou clandestino, em terras de propriedade privada. No entanto, a aquisição de direitos de propriedade muitas vezes é feita de maneira conflituosa, derivando de apropriações de terras devolutas. Isso gera pressões econômicas que favorecem o desmatamento, devido às economias externas resultantes da sinergia entre atividades agropecuárias, carvoejamento e serrarias. Essas economias externas tornam o desmatamento mais vantajoso economicamente do que a preservação ou uma exploração sustentável da floresta. A falta de controle efetivo dos órgãos ambientais, baixas taxas de reposição florestal e outros mecanismos fiscais insuficientes não incentivam a adoção de práticas sustentáveis. A proposta de concessões públicas de exploração em terras públicas da Amazônia é mencionada como uma possível solução, envolvendo a gestão de terras privadas e públicas para estabelecer práticas mais sustentáveis na exploração madeireira. A política florestal no Brasil deve considerar essas questões em relação às terras privadas e públicas, analisando instrumentos fiscais, regulatórios e de padronização, bem como as implicações distributivas e os aspectos relacionados ao capital nacional e estrangeiro.

Notas

Palavras-chave

Citação

MOTTA, Ronaldo Serôa da. Política e gestão florestal. In: INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. O Brasil no fim do século: desafios e propostas para a ação governamental. Rio de Janeiro: IPEA, 1994. p. 295-297. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/12469/1/38_Politica_e_gestao_ambiental.pdf
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