Sociedade. Participação Social. Controle Social
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17422
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Publicação Estimação da perda de produção devido a mortes por causas externas nas cidades brasileiras(Ipea, 2007) Daniel Ricardo de Castro Cerqueira; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Daniel CerqueiraA violência no Brasil é reconhecidamente um dos maiores problemas atualmente enfrentados pela sociedade. Esse problema incorre em diversos custos econômicos, além obviamente dos inestimáveis custos decorrentes da perda de vidas. Entre esses custos econômicos, incluem-se custos de tratamentos de saúde, da manutenção da máquina policial, de perda de produção. Esse último tipo de custo é o foco deste trabalho, onde é apresentada uma metodologia para estimar a perda de produção devido a mortes violentas nas áreas urbanas brasileiras, a partir de bases de dados de renda dos trabalhadores do IBGE e da base de dados de óbitos do Ministério da Saúde. Para combinar informações dessas duas bases de dados, inicialmente são aplicados procedimentos de regressão não-paramétrica para estimar curvas médias de rendimento anual dos trabalhadores. Essas curvas são então utilizadas para estimar a perda de produção para determinadas categorias dos registros de óbitos. Incluem-se nessa análise ajustes para contabilizar para a tábua de sobre vivência da população em geral.Livro Ecologia e política na formação social brasileira(Cendec, 1987) Guimarães, Roberto P.; Centro de Treinamento para o Desenvolvimento Econômico e Social; Roberto P. GuimarãesA publicação analisa a relação entre ecologia e política na formação social brasileira, destacando como a crise ambiental contemporânea está vinculada a padrões históricos de desenvolvimento, concentração de poder e práticas patrimonialistas. O texto discute a evolução das políticas ambientais no Brasil, desde a colonização até a Nova República, abordando desafios institucionais, burocráticos e sociais para a implementação de estratégias sustentáveis. Examina também os impactos do modelo desenvolvimentista, a fragilidade das instituições frente à degradação dos recursos naturais e a necessidade de maior controle social e participação democrática na formulação de políticas públicas voltadas à preservação ambiental.Livro Desproteção : outra face da pobreza(Ipea, 1992) Vianna, Maria Lúcia Teixeira Werneck.; Maria Lúcia WerneckSeminários Sobre Estudos Sociais e do Trabalho. Série Seminários 7/92Discute a exclusão de ponderável contigente da população das benesses que hoje se atribui à economia de mercado - a falta de serviços sociais básicos (educação e saúde), principalmente)Publicação Impacto das normas de gênero nas decisões de participação e de fecundidade no Brasil(Ipea, 2025-08) Santos, Letícia Marques dos; Cunha, Marina Silva; Letícia Marques dos Santos; Marina Silva CunhaPPE 55Esta pesquisa analisou os impactos das normas sociais prevalecentes no Brasil na participação no mercado de trabalho e na fecundidade das mulheres casadas para o período de 2001 até 2015. Para tanto, a partir de informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE), foram estimados modelos de regressão probit bivariados. Os resultados indicaram que as desigualdades de gênero persistem de maneira pouco inflexiva ao longo do tempo, em que os maridos se dedicam relativamente pouco aos afazeres domésticos. Verificou-se que as normas de gênero apresentam efeito significativo nas decisões de fecundidade e de participação no mercado de trabalho das esposas, com os afazeres dos maridos com impactos positivos. Destaca-se que a relação entre fecundidade e participação das esposas no mercado de trabalho, além de significativa, foi maior em 2015 que em 2001. Dessa forma, evidencia-se a importância de se avaliar a equidade de gênero em termos de oportunidades, bem como políticas públicas voltadas aos cuidados, propiciando às famílias equilibrarem trabalho remunerado e doméstico na sociedade contemporânea.Livro Desenvolvimento humano e condições de vida : Região Metropolitana de Belo Horizonte : 1980 - 1991(Ipea, 1996) Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Instituto de Pesquisa Econômica e AplicadaDesenvolvimento HumanoO texto apresenta a evolução das iniciativas relacionadas ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no Brasil, destacando a parceria entre PNUD, IPEA e Fundação João Pinheiro. Aborda a adaptação da metodologia do IDH para nível municipal, a criação do Índice de Condições de Vida (ICV) e a publicação de estudos pioneiros que desagregaram indicadores para municípios, estados e regiões. Também menciona a inovação na disseminação dos dados por meio de software e a ampliação do escopo para todos os municípios brasileiros, culminando na análise detalhada da Região Metropolitana de Belo Horizonte.Publicação A Possible approach to the concept of mobility and two case studies : The Maré and the Complexo do Alemão favelas(Ipea, 2016) Silva, Jailson de Souza; Silva, Eliana Souza; Renato Balbim; Cleandro Henrique Krause; Jailson de Souza Silva; Eliana Souza Silva; Renato Balbim; Cleandro KrauseO capítulo apresenta uma reflexão sobre o conceito de mobilidade urbana a partir da perspectiva do direito à cidade, com foco nas favelas da Maré e do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Analisa como barreiras físicas, sociais e simbólicas limitam a circulação dos moradores e reforçam desigualdades urbanas. Traz dados originais sobre a mobilidade na Maré e discute expectativas dos moradores do Alemão diante da implantação do teleférico como transporte público. Defende uma abordagem plural e inclusiva para garantir mobilidade plena e equidade no espaço urbano.Publicação A Representação de pessoas trans nas bases de dados oficiais do Brasil(Ipea, 2025-11-19) Alberto Luis Araújo Silva Filho; Filipe Matheus Silva Cavalcanti; Felipe Vella Pateo; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Alberto Luis Araújo Silva Filho; Filipe Matheus Silva Cavalcanti; Felipe Vella PateoTD 3172No presente estudo, apresentamos o mapeamento sistemático de bases/registros dos dados relacionados à população trans e/ou de variáveis que dialogam com a questão da identidade de gênero no âmbito do governo federal. Além disso, discorremos brevemente sobre alguns dos aspectos que essas apresentam. As fontes mapeadas correspondem a doze, distribuídas em seis eixos selecionados de políticas: assistência social; educação; registros de identidade; saúde; trabalho e previdência; e vitimização e direitos humanos. Essas fontes podem ser compreendidas como rastros ou vestígios informacionais, os quais proporcionam um retrato parcial do grupo social em questão, na medida em que não possuem abrangência capaz de fornecer retrato sociodemográfico nacional. A partir desse levantamento, esperamos contribuir para a proposição de inclusões e/ou melhorias no que diz respeito à disponibilidade de informações governamentais acerca da população trans, bem como abrir caminho para futuras pesquisas quantitativas.Publicação Oferta de cuidados de longa duração para a população idosa na rede SUAS(Ipea, 2025-11-19) Alberto Luis Araújo Silva Filho; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Alberto Luis Araújo Silva FilhoTD 3171O presente trabalho tem por objetivo analisar os dados relacionados às unidades de acolhimento e aos centros Dia, considerando ambos como modalidades institucionais de oferta de cuidados de longa duração (CLD) para a população idosa (público geracional aqui focalizado). Os números expostos consideram aspectos relativos à distribuição e às características das unidades; perfis dos usuários; critérios e estruturas de atendimento, bem como área de localização. A base de dados utilizada para obtenção dessas informações é o Censo SUAS, pesquisa realizada anualmente pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Do ponto de vista temporal, considerou-se o intervalo que vai de 2019 a 2023, ou seja, antes, durante e após a pandemia da covid-19. A partir da observação desses dados, é possível compreender o estado atual da malha de cuidados não familiares disponíveis para os idosos brasileiros, bem como ensaiar projeções face ao envelhecimento populacional e às adaptações dele decorrentes no campo das políticas públicas.Publicação Mobilidade : uma abordagem sistêmica(Ipea, 2016) Renato Balbim; Renato BalbimO capítulo apresenta uma abordagem sistêmica do conceito de mobilidade, diferenciando-o de termos como circulação, transporte e acessibilidade. Discute a evolução histórica da mobilidade e sua relação com transformações sociais, modos de produção e organização territorial. Analisa as diversas formas de mobilidade – cotidiana, social, residencial, simbólica, migrações, turismo e lazer – e como elas se interconectam, influenciando políticas urbanas e sociais. Destaca a importância de compreender a mobilidade como elemento central do urbanismo moderno e da configuração das cidades contemporâneas.Publicação O Significado da mobilidade na construção democrática da cidade(Ipea, 2016) Barbosa, Jorge Luiz; Jorge Luiz BarbosaO capítulo discute a mobilidade urbana como elemento central na construção democrática das cidades, destacando que o debate não deve se restringir às dimensões econômica e técnica, mas incorporar a dimensão política. Analisa a mobilidade como fator estratégico na metropolização do espaço e na economia dos fluxos, evidenciando sua relação com poder e desigualdades. Propõe uma reflexão crítica sobre as condições sociopolíticas da mobilidade e identifica atores e disputas na apropriação do espaço urbano, visando compreender os desafios da generalização urbana contemporânea.Publicação Mobilidade cotidiana, segregação urbana e exclusão(Ipea, 2016) Vasconcellos, Eduardo Alcântara de; Eduardo Alcântara de VasconcellosO capítulo analisa os impactos do crescimento urbano acelerado no Brasil desde a década de 1950 sobre a mobilidade cotidiana, destacando a predominância dos modos motorizados e a consequente exclusão dos deslocamentos a pé e por bicicleta. Aborda como políticas de transporte e decisões sobre uso do solo urbano intensificaram a segregação espacial e dificultaram o acesso das populações de baixa renda à cidade e aos serviços. Examina dados sobre mobilidade em cidades brasileiras, fatores socioeconômicos condicionantes, impactos ambientais e energéticos, além das políticas aplicadas nas últimas décadas.Publicação A Cidade como resultado : consequências de escolhas arquitetônicas(Ipea, 2016) Netto, Vinicius M.; Vinicius M. NettoO capítulo analisa as consequências não intencionadas das escolhas arquitetônicas e urbanísticas sobre a configuração das cidades brasileiras. Argumenta que decisões individuais, como optar por edifícios murados ou isolados, geram efeitos coletivos indesejados, como segregação espacial, redução da urbanidade e aumento da dependência do automóvel. Baseando-se nos conceitos de Thomas Schelling, o texto mostra como ações cotidianas acumuladas produzem patologias urbanas sistêmicas, afetando dimensões sociais e ambientais. Defende a necessidade de integrar pesquisa, legislação e planejamento para compreender e mitigar esses impactos.Publicação A Arquitetura moderna brasileira e o automóvel : o casamento do século(Ipea, 2016) Lara, Fernando Luiz; Fernando Luiz LaraO capítulo analisa a relação histórica entre a arquitetura moderna brasileira e a hegemonia do automóvel, destacando como essa associação moldou o desenvolvimento urbano no século XX. Argumenta que o modelo atual é insustentável nas dimensões econômica, social e ambiental, apontando impactos como congestionamentos, poluição e desigualdade. Discute a construção simbólica do automóvel no imaginário social e propõe a necessidade de romper essa relação, comparando o desafio à luta contra o tabagismo. Defende investimentos em transporte público e mudanças culturais para um futuro urbano mais sustentável.Publicação Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE-SP) : análise das estratégias sob a perspectiva do desenvolvimento orientado ao transporte sustentável.(Ipea, 2016) Moura, Iuri Barroso de; Oliveira, Gabriel Tenenbaum de; Figueiredo, Aline Cannataro de; Iuri Barroso de Moura; Gabriel Tenenbaum de Oliveira; Aline Cannataro de FigueiredoO capítulo analisa o Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE-SP) sob a ótica do desenvolvimento orientado ao transporte sustentável. Apresenta o contexto histórico da urbanização paulistana e os desafios decorrentes do espraiamento urbano, da periferização e da desigual distribuição de infraestrutura. Discute estratégias do PDE-SP para promover adensamento, uso misto do solo e integração entre transporte público e planejamento urbano, visando reduzir a dependência do automóvel e melhorar a qualidade de vida. Avalia a importância de políticas que priorizem mobilidade sustentável e inclusão social.Publicação O Impacto da formalidade do trabalho e da inserção urbana no deslocamento casa-trabalho : uma análise intraurbana para cinco espaços metropolitanos(Ipea, 2016) Vicente Correia Lima Neto; Vanessa Gapriotti NadalinO capítulo analisa como a formalidade do vínculo empregatício e a inserção urbana influenciam os deslocamentos casa-trabalho em cinco regiões metropolitanas brasileiras: Belém, Salvador, São Paulo, Porto Alegre e a Ride-DF. Com base em dados recentes, discute a hipótese de que trabalhadores formais tendem a ter maior flexibilidade na localização da moradia, reduzindo a necessidade de proximidade ao emprego, em comparação aos informais. Apresenta análises econométricas sobre tempo de deslocamento, renda e padrões de mobilidade, destacando implicações para políticas públicas voltadas à redução de congestionamentos e melhoria da qualidade de vida urbana.Publicação Inserção urbana de habitação de interesse social : um olhar sobre mobilidade cotidiana e uso do solo(Ipea, 2016) Cunha, Clarisse; Serra, Bernardo; Garrefa, Fernando; Araújo, Débora Cristina; Villa, Simone Barbosa; Nadalin, Vanessa Gapriotti; Krause, Cleandro; Clarisse Cunha; Bernardo Serra; Fernando Garrefa; Débora Cristina Araújo; Simone Barbosa Villa; Vanessa Gapriotti Nadalin; Cleandro KrauseO capítulo examina a inserção urbana dos empreendimentos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), destacando os impactos da localização periférica sobre mobilidade cotidiana e uso do solo. Analisa como a priorização da quantidade e velocidade de construção, em detrimento da qualidade e integração urbana, reforça a segregação socioespacial e aumenta os tempos de deslocamento para áreas centrais, onde se concentram empregos e serviços. Apresenta estudos de caso em Rio de Janeiro, São Paulo e Uberlândia, evidenciando desafios para políticas habitacionais que conciliem acesso à moradia e mobilidade sustentável.Publicação A Regulação dos serviços de mobilidade urbana por ônibus no Brasil(Ipea, 2016) Alexandre de Ávila Gomide; Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho; Alexandre de Ávila Gomide; Carlos Henrique Ribeiro de CarvalhoO capítulo analisa a regulação dos serviços de transporte coletivo urbano por ônibus no Brasil, destacando sua relevância diante das manifestações de 2013 que evidenciaram insatisfação com tarifas e qualidade do serviço. Apresenta os fundamentos da regulação, descreve variáveis regulatórias como definição de tarifas e impactos sobre oferta e ordenamento territorial, e discute a participação social no processo regulatório. Conclui apontando desafios para garantir eficiência, transparência e controle social na gestão desse serviço público essencial.Publicação The Significance of mobility in the democratic construction of the city(Ipea, 2016) Barbosa, Jorge Luiz; Jorge Luiz BarbosaO capítulo discute a mobilidade urbana como elemento central na construção democrática das cidades, destacando que o debate não deve se restringir às dimensões econômica e técnica, mas incorporar a dimensão política. Analisa a mobilidade como fator estratégico na metropolização do espaço e na economia dos fluxos, evidenciando sua relação com poder e desigualdades. Propõe uma reflexão crítica sobre as condições sociopolíticas da mobilidade e identifica atores e disputas na apropriação do espaço urbano, visando compreender os desafios da generalização urbana contemporânea.Publicação Everyday urban mobility, urban segregation and exclusion(Ipea, 2016) Vasconcellos, Eduardo Alcântara de; Eduardo Alcântara de VasconcellosO capítulo analisa os impactos do crescimento urbano acelerado no Brasil desde a década de 1950 sobre a mobilidade cotidiana, destacando a predominância dos modos motorizados e a consequente exclusão dos deslocamentos a pé e por bicicleta. Aborda como políticas de transporte e decisões sobre uso do solo urbano intensificaram a segregação espacial e dificultaram o acesso das populações de baixa renda à cidade e aos serviços. Examina dados sobre mobilidade em cidades brasileiras, fatores socioeconômicos condicionantes, impactos ambientais e energéticos, além das políticas aplicadas nas últimas décadas.Publicação Integrated planning, spatial organization and sustainable mobility in the context of Brazilian cities(Ipea, 2016) Silva, Antônio Nélson Rodrigues da; Costa, Marcela da Silva; Macêdo, Márcia Helena; Antônio Nélson Rodrigues da Silva; Marcela da Silva Costa; Márcia Helena MacêdoO capítulo discute a evolução histórica da mobilidade urbana e sua relação com a expansão das cidades brasileiras, destacando os impactos do uso intensivo de transportes motorizados e da ocupação desordenada do solo. Apresenta o conceito de mobilidade sustentável como alternativa para enfrentar os desafios da urbanização e propõe a integração entre planejamento urbano e de transportes. Introduz instrumentos de avaliação, como o Índice de Mobilidade Urbana Sustentável (IMUS), e analisa resultados obtidos em seis cidades brasileiras, ressaltando a importância de políticas públicas integradas para promover cidades mais sustentáveis.
