Livro: Bondade ou interesse ? como e porque as empresas atuam na área social
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Cobertura espacial
São Paulo
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Rio de Janeiro
Belo Horizonte
Cobertura temporal
1999
País
BR
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Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a reprodução e a exibição para uso educacional ou informativo, desde que respeitado o crédito ao autor original e citada a fonte (http://www.ipea.gov.br). Permitida a inclusão da obra em Repositórios ou Portais de Acesso Aberto, desde que fique claro para os usuários os termos de uso da obra e quem é o detentor dos direitos autorais, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Proibido o uso comercial ou com finalidades lucrativas em qualquer hipótese. Proibida a criação de obras derivadas. Proibida a tradução, inclusão de legendas ou voz humana. Para imagens estáticas e em movimento (vídeos e audiovisuais), ATENÇÃO: os direitos de imagem foram cedidos apenas para a obra original, formato de distribuição e repositório. Esta licença está baseada em estudos sobre a Lei Brasileira de Direitos Autorais (Lei 9.610/1998) e Tratados Internacionais sobre Propriedade Intelectual.
Titulo alternativo
Kindness or interest ? how and why enterprises operate in the social area
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Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
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Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Neste livro, pode-se observar que os dados da pesquisa “ação social das empresas privadas”, realizada pelo Ipea em 1999, mostraram que o número de empresas do Sudeste que realizam ações sociais em favor da comunidade é expressivo e vem crescendo muito a partir do início dos anos 1990. O envolvimento das empresas na realização de ações sociais para a comunidade é geralmente uma iniciativa dos executivos pertencentes aos seus quadros de alta direção. Essa confirmação foi obtida com a maioria dos entrevistados, que destacaram que os diretores, o presidente ou o próprio dono foram os principais responsáveis pelo fato de a empresa exercer, atualmente, atividades em prol da comunidade. Já no campo das empresas transnacionais, pesa a influência do comportamento da matriz. Mesmo assim, menos da metade das empresas controladas por capital estrangeiro admite atuar por exigência da matriz, mas os entrevistados enfatizaram que há apenas orientação e não imposição, ou seja, trata-se de indicações de comportamentos a serem seguidos ou declarações de princípios da empresa. Em outras palavras, grande parte das empresas multinacionais expressa certa autonomia decisória quanto a sua participação social.
