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Boletim de Análise Político-Institucional (BAPI) : n. 30, nov. 2021

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Uma agenda em (Re)construção : os estados no federalismo brasileiro

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Resumo

O Boletim de Análise Político-Institucional (BAPI) tem como objetivo divulgar os trabalhos de pesquisa e de assessoria governamental desenvolvidos na Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest) do Ipea e fomentar o debate sobre temas de relevância na vida política brasileira, com foco na agenda do Executivo federal e em suas interfaces com o que se passa no Congresso Nacional, na cúpula do Judiciário e, de forma mais ampla, nos movimentos que se observam na sociedade, de modo formalmente institucionalizado ou não.

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Qual a importância dos estados na percepção dos brasileiros
Governos estaduais na execução das Políticas Sociais : saindo de cena?
Conselhos e regimes de normatização estadual no Brasil : evidências com base na área de patrimônio histórico
Equalização fiscal no Brasil : distorções e proposta para o caso dos estados
Comparação das despesas estaduais por etapa de ensino e os desafios para avançar no novo Fundeb
Possibilidades de renovação do pacto federativo brasileiro : procurando além das dívidas estaduais
As Regras fiscais como um instrumento para a autonomia fiscal dos governos estaduais
Capacidades estatais em tecnologias de informação e comunicação dos estados e exclusão digital no Brasil
A Atuação dos estados na difusão de políticas públicas no Brasil : a intersecção entre instituições, atores e ideias
A Posição do governo estadual na barganha federativa : uma contribuição da teoria dos jogos aos estudos da coordenação
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10933
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10934
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10935
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10936
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10937
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10938
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10939
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/10940
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Publicação
Qual a importância dos estados na percepção dos brasileiros
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-11) Schlegel, Rogerio; Ferrari, Diogo; Arretche, Marta T. S.
Traz um debate original sobre as atitudes dos brasileiros acerca de aspectos relativos à distribuição vertical de poder e responsabilidades dos três níveis de governo em nossa Federação. Para tanto, parte de dois surveys com representatividade nacional conduzidos junto a cidadãos pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM) em 2013 e 2018 – período de grandes mudanças na política nacional, que incluiu os impactos da Operação Lava Jato e o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff. Os autores avaliam que o desenho da Federação está alinhado com as preferências individuais do brasileiro, defendendo a manutenção do status quo, preferindo políticas homogêneas em todo o território nacional e se identificando tanto com seu município quanto com a nação. Ainda que o governo federal apareça, na visão dos entrevistados, como principal responsável pelas decisões – e também eleições – mais importantes, os resultados revelam que o “terremoto experimentado na vida política recente” pode ter afetado a percepção dos cidadãos, como a diminuição de centralistas em algumas regiões e o aumento de identidades regionais – com destaque para Bahia, Ceará e toda a macrorregião Nordeste. O resultado geral, no entanto, é desfavorável para os estados. Com poucas variações entre ambas as edições do survey (de 2013 e 2018), a proporção daqueles que empoderariam os governadores é menor que aquela que reforçaria a autoridade de prefeitos ou do presidente. As decisões estaduais disputam com as locais em importância, e as eleições estaduais chegam a ser menos relevantes que as municipais.
Publicação
Governos estaduais na execução das Políticas Sociais : saindo de cena?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-11) Licio, Elaine Cristina; Palotti, Pedro Lucas de Moura; Meneses, Aerica de Figueiredo Pereira; Pontes, Pedro Arthur de Miranda Marques
Analisam a autonomia e o papel dos governos estaduais nas políticas sociais de assistência social, educação e saúde, com foco na provisão dos serviços. Os autores mostram que o processo de municipalização não retirou os estados dessas políticas; há um compartilhamento da provisão com municípios, especialmente nos serviços de média e alta complexidade na assistência social e na saúde, além dos anos finais do ensino fundamental na educação. A análise dos serviços ofertados pelos estados em cada uma dessas três áreas setoriais revela que há um enorme espaço para que os estados avancem na provisão desses serviços e na sua atuação como coordenadores regionais.
Publicação
Conselhos e regimes de normatização estadual no Brasil : evidências com base na área de patrimônio histórico
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-11) Lavalle, Adrian Gurza; Guicheney, Hellen; Bezerra, Carla de Paiva
Dedica-se a compreender a incidência de conselhos municipais de patrimônio histórico no país, mostrando que há variações estaduais. A partir de uma categorização criada em pesquisas anteriores, Os autores escolheram o setor por tratar-se de uma área com baixa indução do governo federal e atribuições institucionais pouco definidas nacionalmente. Esta escolha metodológica permitiu afirmarem que a disseminação destes conselhos evidencia a existência de um “regime de normatização estadual”. Trata-se de um conceito novo, com potencial de utilização em outras pesquisas que abordam a atuação coordenativa dos governos estaduais nas diferentes áreas. A partir do uso de técnicas de regressão multivariada, os autores confirmam sua hipótese inicial de que a existência de regimes de normatização estadual na política de patrimônio histórico induziu a expansão dos conselhos municipais do setor, provocando uma convergência de atuação entre eles. Iniciando uma sequência de trabalhos sobre federalismo fiscal, desigualdades e medidas de equalização,
Publicação
Equalização fiscal no Brasil : distorções e proposta para o caso dos estados
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-11) Mendes, Constantino Cronemberger
Faz uma análise das implicações de uma transferência constitucional obrigatória – o Fundo de Participação dos Estados (FPE) – para equalização das transferências de recursos públicos da União para os estados. O diagnóstico do autor é que as regras vigentes do FPE apresentam distorções que prejudicam a diminuição das desigualdades socioeconômicas estaduais, principalmente quanto à renda domiciliar per capita. O modelo atual, baseado no cálculo do rendimento per capita do ano anterior, com dados de dois anos antes, é volátil e prejudica os estados mais pobres, não havendo correção quanto às diferentes capacidades fiscais dos estados em ofertar bens e serviços públicos. A partir das experiências canadense e australiana, o autor simula a distribuição de recursos com base em dois modelos: um complemento adicional à renda domiciliar per capita e outro adicional aos recursos próprios per capita. Os exercícios realizados mostram-se mais adequados para produzir convergência entre os estados, principalmente o que considera as receitas próprias per capita. O artigo contribui com o extenso e recorrente debate sobre distribuição de recursos fiscais em Federações com altos níveis de desigualdade socioeconômica, como é o caso brasileiro.
Publicação
Comparação das despesas estaduais por etapa de ensino e os desafios para avançar no novo Fundeb
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2021-11) Peres, Ursula; Pereira, Lauana Simplício; Capuchinho, Cristiane
Busca avançar na discussão sobre os gastos dos estados na política de educação, o que é fundamental para compreendermos as heterogeneidades nas capacidades de gasto e suas implicações nas desigualdades educacionais. No entanto, a partir da análise de dados quantitativos e de entrevistas, as autoras observam uma enorme variação nas declarações por subfunções entre os estados e pouca consistência e transparência em relação às informações mais detalhadas sobre os gastos, prejudicando análises comparativas. Ainda que a criação do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) tenha integrado uma série de mudanças a fim de fortalecer a coordenação nacional da política, a incompatibilidade entre o sistema e a estrutura orçamentária dos estados mostra que esse é um instrumento frágil que não permite estimar, de modo prático, o quanto cada ente subnacional no Brasil gasta em educação. Tais inconsistências demandam urgente endereçamento na medida em que o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), de 2020, contém normativos de equalização dos gastos em educação que dependem de estimativas precisas para a sua justa execução.

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