Publication: Desigualdades regionais e retomada do crescimento num quadro de integração econômica
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1985-1995
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BR
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Texto para Discussão (TD) 466: Desigualdades regionais e retomada do crescimento num quadro de integração econômica, Regional inequalities and renewed growth in economic integration framework
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Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Este artigo apresenta um quadro geral da evolução das desigualdades regionais entre os estados e regiões brasileiras longo do período 1985/95, através da análise de indicadores sociais e econômicos. A partir de tais indicadores constata-se tendência ao aumento da dispersão das rendas estaduais, sobretudo após 1992, apontando para o recrudescimento das desigualdades entre unidades da Federação. A avaliação do desempenho econômico se dá com base na evolução dos PIBs nominais estaduais (ao setoriais) e da balança comercial. Numa década de crescimento medíocre algumas regiões periféricas parecem estar redefinindo sua inserção ao nível do comércio internacional, como é o caso do Norte e do Centro- Oeste. O Nordeste evidencia forte estagnação no período analisado, não se integrando ao Mercosul, que favorece primordialmente os estados das regiões Sul e Sudeste, destacadamente São Paulo. Assim, podemos indicar o risco de que novas trajetórias de crescimento possam vir a ser abortadas por carecerem de condições mínimas de sustentação, como já ocorrido no passado recente.
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This article presents a general framework for understanding the evolution of interregional and interstate inequalities in Brazil from 1985, via analysis of social and economic indicators. A tendency for growth in differences in regional incomes, especially after 1992, points to a return of inequalities between states. Evaluation of the economic performance emerges from the evolution of PNB by state (for sectors) and of trade balance. In a decade of slow growth, certain peripheral regions appear to be redefining their roles in international trade, as in the cases of the North and Center- West. The Northeast evidences stagnation in the period under consideration, with little integration into Mercosul, which favors states in the South and Southeast, especially São Paulo. h can thus be seen that a risk exists that new growth trajectories' may be stillborn where regions lack the minimal conditions to sustain them, as occurred in the recent past.
