Desenvolvimento Regional
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17404
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Publicação Brics as a "development partner" in a period of geopolitical fragmentation(Ipea, 2025-08) Kubayi, Mikatekiso; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Mikatekiso KubayiTempo do Mundo 38Often interchanged with strategic partnership and development cooperation, development partnership is an elusive concept in the relations of global South economies with developed economies, outside of the history of aid dependency. Global South – BRICS relations are another relationship that requires reflection. This is even more important considering the expansion of BRICS to the BRICS+ and BRICS Partners. Developing economies require partnerships, both at a bilateral and multilateral level, for increased access to development finance and investment. The African Union’s Agenda 2063, for instance, lists fifteen flagship projects and seven priority projects. These projects need financing, tech transfers, and other collaborations; can development partnerships be a solution? This paper expands on the development partnership potential for the global South of the BRICS bloc, the political economy, and geopolitics that impact this potential.Publicação Crescimento pró-pobre e distribuição de renda das capitais dos estados brasileiros(Ipea, 2007) Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Guilherme Mendes Resende; Daniel da Mata; Alexandre Xavier Ywata CarvalhoO presente trabalho visa a fornecer evidências sobre o perfil de crescimento do sistema urbano do Brasil, representado no presente caso pelas capitais dos estados brasileiros. Por perfil de cres cimento, entende-se o quanto o crescimento econômico favoreceu o crescimento de renda da parcela menos abastada da população. Neste contexto, o conceito de crescimento pró-pobre é o utilizado. O crescimento econômico é tido como pró-pobre se houve um aumento da renda dos mais pobres acima da elevação da renda média. Um crescimento econômico do tipo pró-pobre pode ser visto como um instrumento efetivo de distribuição de renda e de redução da pobreza. Os resultados apontam que nenhuma capital estadual apresentou um crescimento do tipo pró pobre. Isto mostra o padrão perverso de crescimento do Brasil, em que regiões que englobam a maioria da população estão apresentando um crescimento que aumenta desigualdade de renda ou, ainda pior, uma situação de crescimento médio que muitas vezes empobrece as camadas mais pobres da população.Publicação Favelas e dinâmica das cidades brasileiras(Ipea, 2007) Lall, Somik V.; Wang, Hyoung Gun; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Mata, Daniel da; Somik V. Lall; Hyoung Gun WangO objetivo precípuo deste capítulo é o estudo do processo de favelização das cidades brasileiras no período entre 1980 e 2000. Busca-se averiguar os padrões e alguns dos principais fatos esti lizados no que concerne ao surgimento, manutenção e crescimento das favelas dentro da hierar quia urbana do Brasil. Verificou-se que, em 2000, as aglomerações urbanas possuíam seis milhões de habitantes em favelas. O crescimento da população em favelas no Brasil foi mais intenso, no período em análise, do que o crescimento populacional. Assim como no crescimento populacional das cidades brasileiras, o crescimento da população que vive em favelas foi mais elevado nas peri ferias das aglomerações urbanas vis-à-vis zonas centrais (núcleos). Cidades maiores (em termos de tamanho populacional) possuem mais favelas, assim como cidades mais ricas (em termos de nível de renda per capita). A desigualdade de renda tem um papel importante: quanto mais desigual for a cidade, mais favelas possui. Crescimento populacional e crescimento do número de favelas não apresentaram uma relação significante em termos estatísticos.Publicação Estimação da perda de produção devido a mortes por causas externas nas cidades brasileiras(Ipea, 2007) Daniel Ricardo de Castro Cerqueira; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Daniel CerqueiraA violência no Brasil é reconhecidamente um dos maiores problemas atualmente enfrentados pela sociedade. Esse problema incorre em diversos custos econômicos, além obviamente dos inestimáveis custos decorrentes da perda de vidas. Entre esses custos econômicos, incluem-se custos de tratamentos de saúde, da manutenção da máquina policial, de perda de produção. Esse último tipo de custo é o foco deste trabalho, onde é apresentada uma metodologia para estimar a perda de produção devido a mortes violentas nas áreas urbanas brasileiras, a partir de bases de dados de renda dos trabalhadores do IBGE e da base de dados de óbitos do Ministério da Saúde. Para combinar informações dessas duas bases de dados, inicialmente são aplicados procedimentos de regressão não-paramétrica para estimar curvas médias de rendimento anual dos trabalhadores. Essas curvas são então utilizadas para estimar a perda de produção para determinadas categorias dos registros de óbitos. Incluem-se nessa análise ajustes para contabilizar para a tábua de sobre vivência da população em geral.Publicação Crescimento econômico comparado dos municípios alagoanos e mineiros : uma análise espacial(Ipea, 2007) Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Manoel Angelo da Silva; Guilherme Mendes ResendeNeste texto, apresentam-se os resultados da investigação sobre quais variáveis determinam as taxas de crescimento da renda do trabalho por habitante dos municípios alagoanos (com até 50 mil habitantes) e mineiros (com até 50 mil habitantes), entre 1991 e 2000. Na análise economé trica, não se encontrou autocorrelação espacial no modelo estimado para os pequenos municípios alagoanos. No caso dos pequenos municípios mineiros, essa autocorrelação espacial foi verificada. A investigação econométrica mostra que os determinantes do crescimento econômico de um es tado relativamente rico não são idênticos aos determinantes de um estado relativamente pobre. No que diz respeito à estimação do modelo para pequenos municípios de Alagoas, somente o índice de Gini é significativo e negativo na determinação do crescimento da renda do trabalho por habitante. No que concerne aos pequenos municípios de Minas Gerais, foram obtidas quatro variáveis estatisticamente significativas: i) renda do trabalho por habitante em 1991; ii) número médio de anos de estudo da população com 25 ou mais anos de idade; iii) percentual de domicílios com acesso à iluminação elétrica; e iv) índice de Gini. Suspeitou-se, portanto, que os pequenos municípios de um estado relativamente pobre precisam de uma melhoria mais acentuada do que a verificada nos indicadores de produtividade e de qualidade de vida, a fim de que esses indicadores possam surtir efeito sobre o crescimento da renda do trabalho por habitante, tendo em vista que nos, pequenos municípios alagoanos, os níveis de produtividade e de qualidade de vida são extremamente baixos em relação aos pequenos municípios mineiros.Publicação Evolução da desigualdade econômica e social no território brasileiro entre 1970 e 2000(Ipea, 2007) Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; João Carlos Magalhães; Rogério Boueri MirandaEste trabalho analisa a convergência de variáveis ligadas à renda, à educação e à longevidade uti lizando como foco os valores médios dos municípios brasileiros. São estudados padrões nacionais e inter-regionais de convergência de 1970 a 2000, utilizando-se para tanto as matrizes de transição (QUAH, 1993b). As várias mudanças na estrutura municipal brasileira demandaram o agrupamento dos municípios em Áreas Mínimas Comparáveis. Os resultados obtidos apontam padrões diferentes de convergência das variáveis. A renda per capita e a longevidade (representada pela expectativa de vida ao nascer) apresentaram convergência em clubes por região, enquanto que as variáveis liga das à educação (taxa de alfabetização e anos de estudo) mostraram convergência nacional.Publicação Migração e diferenciais de renda : teoria e evidências empíricas(Ipea, 2007) Carlos Wagner de Albuquerque Oliveira; Ellery Junior, Roberto de Goes; Pinheiro, Danielle Sandi; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Carlos Wagner de Albuquerque Oliveira; Roberto Ellery Jr.; Danielle SandiA concentração dos fatores de produção afeta o padrão de desenvolvimento regional, mas a distribuição espacial desses fatores também depende do desenvolvimento da região. Esse aspecto circular determina a influência da oferta de bens e serviços sobre preços e salários que, por sua vez, interfere na oferta e demanda por mão-de-obra. Neste trabalho se discute a pertinência do uso de políticas de desenvolvimento regional como forma de reduzir as disparidades de renda entre as regiões brasileiras, com foco nas questões relacionadas à migração de trabalhadores. A discussão inicia-se com uma digressão histórica dos fluxos migratórios tanto em nível mundial quanto em nível de Brasil. Em seguida é feita um breve comentário de como os modelos teóricos abordam a questão da migração e como eles relacionam essa questão com os problemas de crescimento eco nômico. Faz-se uma rápida incursão pelas clássicas teorias do comércio internacional, observando como essas teorias abordam a questão do movimento de fatores de produção, suas respectivas remunerações e seus efeitos sobre o crescimento econômico. Encerra-se a discussão histórico- teórica com um pequeno ensaio sobre o modelo desenvolvido em Matsuyama e Takahashi (1998) cuja finalidade é investigar a sensibilidade do índice relativo de padrão de vida para uma dada alteração na proporção da população de uma região em relação às outras regiões.Publicação Crescimento e desempenho do mercado de trabalho nos municípios não-metropolitanos do Brasil(Ipea, 2007) Chomitz, Kenneth M.; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Kenneth M.; Daniel Da Mata; João Carlos Magalhães; Alexandre Xavier Ywata CarvalhoO presente capítulo mapeia a heterogeneidade da dinâmica do mercado de trabalho dos municípios rurais no Brasil durante a década de 1990. Para entender os determinantes da referida heterogeneidade nas áreas brasileiras rurais ou não-metropolitanas, desenvolve-se um modelo espacial de demanda e oferta por trabalho, e aplica-se uma estratégia de estimação que considera a endogeneidade das variáveis explicativas e autocorrelação espacial dos determinantes não- observados dos movimentos da força de trabalho. O capítulo encontra um número de relações que parecem ser robustas a diferentes escolhas amostrais e diferentes controles para autocorrelação espacial: i) níveis iniciais de educação da força de trabalho são fortemente relacionados ao crescimento de salário subsequente; ii) regiões rurais estão perdendo emprego ou tendo um crescimento mais devagar do que outras regiões; iii) áreas com pouca chuva têm menores taxas de crescimento do emprego e do salário; iv) salários respondem elasticamente a mudanças na oferta de trabalho; v) o crescimento da renda gera transbordamentos positivos nos salários e emprego de áreas próximas; e vi) transferências governamentais, como aposentadorias, estimulam o crescimento local dos salários.Publicação Estimando a demanda por educação e saúde em municípios brasileiros(Ipea, 2007) Constantino Cronemberger Mendes; Sousa, Maria da Conceição Sampaio de; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Constantino Cronemberger Mendes; Maria da Conceição Sampaio de SousaO conhecimento da função demanda por serviços públicos permite um melhor entendimento dos métodos de decisão política e estruturas de impostos alternativos, em uma localidade particular. Essas funções mostram, ainda, a existência de economias de escala ao nível municipal e ajudam a avaliar os efeitos de mudanças nas variáveis demográficas e econômicas sobre a quantidade de serviços demandados. As estimativas de demanda por serviços públicos locais para os municípios brasileiros, com base no modelo do eleitor mediano, foram realizadas para dois casos setoriais (saúde e educação). Os resultados são consistentes com a estrutura teórica e empírica, sugerindo que a abordagem do eleitor mediano pode ser útil para descrever o comportamento da despesa pública local no Brasil. Foram utilizados vários métodos alternativos de estimação (Clássico - OLS, LM, 2SLS, GGM simples; Espacial - GMM espacial; e Regressão Quantílica), que sustentam a robustez dos resultados encontrados. As principais variáveis dos modelos estimados (preço, renda e população) foram sempre significativas e tiveram os sinais esperados. As elasticidades-renda estimadas nos casos gerais para os serviços públicos municipais se mantêm dentro dos padrões esperados, apesar das estimativas acima da média internacional. Nas elasticidades-renda setoriais estimadas, os resultados se assemelham aos da literatura internacional, que mostra o serviço público com a característica usual de bens meritórios.Publicação Decisão locacional de novos estabelecimentos e o papel dos fundos constitucionais de financiamento(Ipea, 2007) Lall, Somik V.; Timmins, Christopher; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Xavier Ywata Carvalho; Somik V. Lall; Christopher TimminsAs marcantes e sustentáveis diferenças de performance econômica entre regiões dentro de países em desenvolvimento têm há muito tempo motivado os governos centrais a implementarem políticas de incentivos fiscais e creditícios para atrair empresas para as áreas menos desenvolvidas. No entanto, evidências empíricas para avaliar a validade desses incentivos são raras na literatura. Este artigo apresenta um estudo de avaliação direta de um dos mais importantes programas de incentivo no Brasil: os fundos constitucionais de financiamento. Para isso, explorou-se a base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, de forma a endereçar dois elementos importantes na decisão de localização geográfica de novos estabelecimentos: i) a estrutura de filiais/matriz do conglomerado empresarial (em particular, o quanto as empresas preferem posicionar novos estabelecimentos próximos à sede da empresa); e ii) a heterogeneidade espacial não observável (que pode confundir os efeitos reais dos fundos constitucionais). Esses dois ele mentos, quando não levados em conta nas estimações, podem viesar as estimações dos impactos dos fundos constitucionais. Os resultados mostram que a proximidade à sede da empresa é um fator extremamente forte na decisão de localização de novas empresas, sendo mais importante do que o papel dos fundos constitucionais, no caso de empresas verticalmente integradas. Por outro lado, quando se controla não-parametricamente para a heterogeneidade espacial invariante no tempo, encontra-se evidências de que os fundos são significantes, estatisticamente e economicamente, para atrair estabelecimentos em vários dos setores econômicos alvos das políticas.Publicação Avaliação econômica do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE)(Ipea, 2007) Silveira Neto, Raul da Mota; Almeida Junior, Mansueto Facundo; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Alexandre Manoel Angelo da Silva; Guilherme Mendes Resende; Raul da Mota Silveira Neto; Mansueto Facundo Almeida JuniorO objetivo principal deste artigo é avaliar a aplicação dos recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), a partir das estimativas de propensity score das firmas beneficiadas com recursos desse fundo constitucional e de um conjunto de firmas não beneficiadas. Os resultados gerais apontam impacto positivo sobre a taxa de variação do número de empregados e ausência de impacto sobre a taxa de variação do salário médio pago pelas firmas. Quando se consideram apenas micro e pequenas firmas na avaliação da aplicação dos recursos desse fundo, é possível apontar um impacto positivo sobre a taxa de variação do número de empregados de maior magnitude do que aquele observado quando todo o universo de firmas é considerado.Publicação Fundos constitucionais de financiamento do Nordeste, Norte e Centro-Oeste (FNE, FNO e FCO) : uma descrição para o período recente.(Ipea, 2007) Almeida Junior, Mansueto Facundo; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Mansueto Facundo Almeida Junior; Alexandre Manoel Angelo da Silva; Guilherme Mendes ResendeO objetivo principal deste artigo é descrever os empréstimos dos fundos constitucionais de financiamento – Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) – por município, investigando se a alocação dos recursos desses fundos concentra-se na queles municípios que já são mais dinâmicos e se há concentração de empréstimos para grupos de municípios. Nessa investigação, entre outras análises, descrevem-se as disponibilidades de recursos nesses fundos, empréstimo por município e taxa de inadimplência. A principal conclusão deste estudo é que os empréstimos dos fundos constitucionais de financiamento não se direcionam de forma prioritária para os estados mais pobres ou para os municípios mais pobres.Livro Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) : visão geral da prestação dos serviços de água e esgostos: 2003: Reprodução da Seção I - Texto do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgostos(Ipea, 2004) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Brasil. Ministério das Cidades; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Brasil. Ministério das CidadesA publicação A Visão Geral da Prestação dos Serviços de Água e Esgotos - 2003 é uma reprodução integral da Seção 1 - Texto do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos - 2003, elaborada no âmbito do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Seu objetivo é ampliar a divulgação das análises realizadas, oferecendo uma versão mais acessível ao público, sem incluir o extenso conjunto de tabelas do Diagnóstico completo. O documento apresenta o método de coleta e processamento das informações, bem como análises que fornecem uma visão geral do setor de saneamento no Brasil e uma avaliação do desempenho das entidades prestadoras de serviços. Estruturado em cinco capítulos, aborda desde aspectos metodológicos e o panorama nacional dos serviços até análises específicas de companhias estaduais e municipais, concluindo com considerações sobre o estado atual do abastecimento de água e do esgotamento sanitário no país, com base nas informações do ano de 2003.Livro Caracterização e tendências da rede urbana do Brasil : principais tendências do desenvolvimento regional brasileiro e suas implicações para a estruturação do sistema urbano do país : relatório 2(Ipea, 1997-12) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Universidade Estadual de Campinas; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Universidade Estadual de CampinasApresenta o resultado das atividades relativas à Etapa I do programa geral do projeto Caracterização e tendências da rede Urbana do Brasil. Contém o referencial conceitual e metodológico do trabalho e um quadro das principais tendências do desenvolvimento regional brasileiro, adotado como pano de fundo para a reflexão acerca da dinâmica das economias regionais que o trabalho abrange.Livro Comunicado Ipea n. 129 : Presença do Estado no Brasil(Ipea, 2012-01-10) Pochmann, Marcio; Marcio PochmannTrada da apresentação, pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, da série Comunicados do Ipea, sobre o projeto "Presença do Estado no Brasil" sobre a importância do Estado na economia brasileira e sua presença no território nacional, destacando seu papel regulador e garantidor das condições para o desenvolvimento. O objetivo é analisar a presença ou ausência do Estado em diferentes localidades, abrangendo áreas como saúde, educação, cultura, assistência social, previdência, bancos públicos, segurança e infraestrutura. Os dados revelam grandes desigualdades, como municípios sem médicos, escolas de ensino médio, estabelecimentos culturais e agências bancárias, evidenciando desafios para a oferta de serviços públicos e para a redução das disparidades regionais.Livro Presença do Estado no Brasil : Federação, suas unidades e municipalidades : número 2(Ipea, 2011) Milko Matijascic; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Milko MatijascicO livro apresenta dados e indicadores relacionados à ação estatal em diversas áreas do desenvolvimento nacional. Na introdução, discute-se, em perspectiva teórica e histórica, o papel do Estado no desenvolvimento social e econômico ao longo do século XX. Ao longo do livro, são congregadas informações utilizados de forma cotidiana pelos técnicos de planejamento e pesquisa do Ipea para pensar o desenvolvimento e formular políticas públicas, de forma a incentivar uma maior interação entre as diferentes esferas de governo e mostrar a presença do Estado ao longo de nosso vasto território. Para mostrar a presença do Estado, foram selecionados os seguintes temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura. Para todos estes temas, foram apresentados indicadores básicos, bens públicos, serviços públicos prestados e quantitativos de servidores públicos alocados para cada uma das áreas descritas, sempre colocando em destaque as esferas regionais e locais. Os dados apresentados focalizam, sobretudo, os cadastros mantidos por ministérios ou por órgãos sujeitos à sua supervisão. Alguns dados, principalmente na seção inicial, foram previamente compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e têm por meta situar o leitor neste universo e facilitar a utilização da publicação. Desse modo, objetiva-se colaborar com a tarefa de analisar políticas públicas, além de oferecer um material rico para fins didáticos.Livro Presença do Estado no Brasil : Federação, suas unidades e municipalidades(Ipea, 2009-12-15) Pochmann, Marcio; Marcio PochmannO documento apresenta uma exposição do presidente do Ipea, Márcio Pochmann, sobre a importância do Estado na economia brasileira e sua presença no território nacional, destacando seu papel regulador e garantidor das condições para o desenvolvimento. O objetivo é analisar a presença ou ausência do Estado em diferentes localidades, abrangendo áreas como saúde, educação, cultura, assistência social, previdência, bancos públicos, segurança e infraestrutura. Os dados revelam grandes desigualdades, como municípios sem médicos, escolas de ensino médio, estabelecimentos culturais e agências bancárias, evidenciando desafios para a oferta de serviços públicos e para a redução das disparidades regionais.Livro Presença do Estado no Brasil : Federação, suas unidades e municipalidades(Ipea, 2010) Milko Matijascic; Milko MatijascicO livro apresenta dados e indicadores relacionados à ação estatal em diversas áreas do desenvolvimento nacional. Na introdução, discute-se, em perspectiva teórica e histórica, o papel do Estado no desenvolvimento social e econômico ao longo do século XX. Ao longo do livro, são congregadas informações utilizados de forma cotidiana pelos técnicos de planejamento e pesquisa do Ipea para pensar o desenvolvimento e formular políticas públicas, de forma a incentivar uma maior interação entre as diferentes esferas de governo e mostrar a presença do Estado ao longo de nosso vasto território. Para mostrar a presença do Estado, foram selecionados os seguintes temas: previdência social, assistência social, saúde, educação, trabalho, bancos públicos, infraestrutura, segurança pública e cultura. Para todos estes temas, foram apresentados indicadores básicos, bens públicos, serviços públicos prestados e quantitativos de servidores públicos alocados para cada uma das áreas descritas, sempre colocando em destaque as esferas regionais e locais. Os dados apresentados focalizam, sobretudo, os cadastros mantidos por ministérios ou por órgãos sujeitos à sua supervisão. Alguns dados, principalmente na seção inicial, foram previamente compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e têm por meta situar o leitor neste universo e facilitar a utilização da publicação. Desse modo, objetiva-se colaborar com a tarefa de analisar políticas públicas, além de oferecer um material rico para fins didáticos.Livro Desenvolvimento humano e condições de vida : Região Metropolitana de Belo Horizonte : 1980 - 1991(Ipea, 1996) Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada; Fundação João Pinheiro; Fundação João Pinheiro; Instituto de Pesquisa Econômica e AplicadaDesenvolvimento HumanoO texto apresenta a evolução das iniciativas relacionadas ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no Brasil, destacando a parceria entre PNUD, IPEA e Fundação João Pinheiro. Aborda a adaptação da metodologia do IDH para nível municipal, a criação do Índice de Condições de Vida (ICV) e a publicação de estudos pioneiros que desagregaram indicadores para municípios, estados e regiões. Também menciona a inovação na disseminação dos dados por meio de software e a ampliação do escopo para todos os municípios brasileiros, culminando na análise detalhada da Região Metropolitana de Belo Horizonte.Publicação Introdução : municípios e gestão descentralizada(Ipea, 2015) Dowbor, Ladislau; Ladislau DowborO texto discute a importância da descentralização da gestão pública nos municípios brasileiros como eixo fundamental para o desenvolvimento equilibrado e democrático. Analisa avanços sociais recentes, desafios estruturais e resistências culturais, propondo maior participação cidadã, integração de políticas sociais e uso de tecnologias para fortalecer a governança local. Destaca que a qualidade de vida depende da articulação entre Estado, sociedade civil e setor privado, com foco em transparência, informação e capital social.
