Publication: Inflação por faixa de renda – abril de 2024
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Os dados de abril do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda indicam que houve aceleração da inflação, na margem, para todas as classes de renda pesquisadas (tabela 1), refletindo, sobretudo, a alta de preços dos alimentos no domicílio e dos medicamentos. Em termos absolutos, a classe de renda média-alta registrou a maior taxa de inflação em abril (0,43%), alcançando patamar levemente acima das quatro faixas anteriores. No entanto, beneficiado pela deflação das passagens aéreas e do transporte por aplicativo, o segmento de renda alta apresentou uma taxa de inflação um pouco menos elevada (0,20%). Nota-se, entretanto, que mesmo diante de maior pressão inflacionária ao longo de 2024, no acumulado em doze meses, as famílias de renda muito baixa seguem apresentando a menor taxa de inflação (3,05%), enquanto a faixa de renda alta registra a taxa mais elevada (4,28%).
