Publicação: Análise dos efeitos de cadeias de comercialização nos Estados Unidos para a competitividade das exportações brasileiras
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Resumo
O capítulo tem com o ponto de partida a perda notável de participação dos produtos brasileiros no mercado dos Estados Unidos na década de 1990. Em grande medida, os produtos de exportação afetados foram substituídos por produtos mexicanos e canadenses. Não é claro, contudo, até que ponto o motivo para essa substituição tenha sido as diferenças nas margens de preferências comerciais, associadas ao Nafta. Outros fatores parecem ter sido mais importantes. Um deles é a interação das cadeias produtivas e de comercialização do México e Canadá com suas contrapartes nos Estados Unidos. O que o trabalho procura verificar é, então — para os setores têxtil e de bens de capital —, o peso das cadeias de comercialização nos Estados Unidos para a com positividade das exportações brasileiras, a partir da análise de dados e de entrevistas com as principais empresas desses setores. O estudo sugere que o peso dos fatores geográficos e institucionais para essa competitividade deve ser relativizado. As exportações brasileiras são bastante diversificadas, em termos inter e intra-setoriais. E a competitividade da indústria brasileira é mais notável nos segmentos com alta densidade industrial e maior integração dos processos produtivos.
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JEL
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FURTADO, João Eduardo. Análise dos efeitos de cadeias de comercialização nos Estados Unidos para a competitividade das exportações brasileiras. In: BAUMANN, Renato (org.). A Alca e o Brasil: uma contribuição ao debate. Brasília; Ipea: Cepal. 2003. p. 259-304. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/11973
