Publicação: Percepções governamentais sobre a integração regional na América do Sul
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Governmental perceptions of South American Integration
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Resumo
Coexistem na América Latina, hoje, vários processos de integração com diferentes características e lógicas. Convivem projetos iniciados durante a primeira onda integracionista de 1960 (Comunidade Andina – CAN) e na etapa identificada com o regionalismo aberto e o pensamento neoliberal dos anos 1980; assim como projetos propondo a superação desses modelos e a construção de iniciativas de contornos ideológicos e institucionais diversos, como no caso da Alba (Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América) e da própria Unasul (União das Nações Sul-Americanas); ou ainda a retomada da agenda do regionalismo aberto com a Aliança do Pacífico. Essa coexistência chama a atenção não só pela diversidade das propostas, mas porque vários países participam simultaneamente em mais de um bloco regional. Em que medida essa multiplicidade de atuações mostra-se contraditória ou revela inconsistências e alterações nos interesses estratégicos da política externa desses países? Este artigo analisa os posicionamentos de atores governamentais de seis países: Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador e Peru; concentrando-se nos discursos, pronunciamentos, entrevistas e documentos produzidos por esses atores em relação à integração regional. A seleção dos países seguiu o critério de participação em pelo menos dois processos de integração e a relevância desses atores na própria integração. O suposto deste trabalho é que à medida que proliferam novas propostas integracionistas, os projetos mais institucionalizados tendem a perder força e importância na política externa dos países. A primeira parte do artigo discute sobre qual é o entendimento dos governos sobre integração regional, isto é, quais são seus interesses e objetivos com esses blocos. Em seguida, nossa atenção volta-se para analisar as percepções que esses atores apresentam sobre cada um dos blocos regionais e como cada um deles aproxima-se dos interesses apontados na primeira parte do trabalho. Finalmente, discutiremos em que medida esses projetos podem coexistir e serem complementares.
Resumo traduzido
Coexist in Latin America today multiple integration processes with different features and logics. From projects initiated during the first integrationist wave in the 1960’s (CAN - Andean Community) to processes of the open regionalism era and neoliberal thinking of the 1980s; and to new institutional designs that propose the overcoming of these models and the construction of ideologically or institutionally differently outlined initiatives, as in the case of the Alba (Bolivarian Alliance for the Peoples of Our America) and even Unasur (Union of South American Nations ); or even the resumption of the agenda of open regionalism with the Pacific Alliance. This coexistence draws attention not only by the diversity of the proposals, but because several countries participate simultaneously in more than one regional group. To what extent this multiplicity of memberships proves to be contradictory or reveals inconsistencies and changes in the strategic interests of the foreign policy of these countries? This article analyzes the positions of governmental actors from six countries: Argentina, Brazil, Bolivia, Colombia, Ecuador and Peru; focusing on speeches, statements, interviews and documents produced by these actors in relation to regional integration. The selection of the countries followed the criteria of participation in at least two integration processes and the importance of these actors on regional integration itself. The hypothesis of this paper is that as new integrationist proposals proliferate, the most institutionalized projects tend to lose strength and importance on the countries’ foreign policy. The first part of the article discusses what the governments understand on regional integration, that is to say, what are their interests and goals with those blocks. Then our attention turns to analyze the perceptions that these actors present on each of the regional blocs and how each country approaches the concerns pointed out in the first part of the work. Finally, we will discuss to what extent these projects can coexist and be complementary.
