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Acesso à educação: diferenciais entre os sexos

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Texto para Discussão (TD) 879: Acesso à educação: diferenciais entre os sexos, Access to education: differences between the sexes

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Resumo

O número médio de anos de estudo da população feminina brasileira, que tinha sido menor do que o da população masculina até o Censo de 1980, nos dados do Censo de 1991, ultrapassa-o em 0,26 ano. Estas estatísticas agregadas mascaram uma série de diferenças existentes em cada coorte. Este trabalho tenta mostrar essas diferenças e avaliar a evolução da escolaridade para cada sexo ao longo do tempo, acompanhando os dados das coortes nos censos disponíveis. Analisa também informações sobre a população escolar e dados do Saeb sobre a população da 4a e 8a séries do ensino fundamental e da 3a série do ensino médio. A conclusão geral é que as mulheres sempre tiveram melhores desempenhos do que os homens no começo da vida escolar, apresentavam sempre menor defasagem idade/série, mas no entanto deixavam a escola mais cedo. Os homens continuavam mais tempo na escola e alcançavam maior escolaridade. Até uma certa idade, então, as mulheres apresentam mais anos de estudo, em média, do que os homens correspondentes. Em cada censo a idade está mais avançada. Existem também diferenças na proporção de indivíduos de cada sexo que terminam os diferentes níveis do ensino formal. Nas coortes mais velhas do Censo de 1960 existem proporcionalmente 20 vezes mais homens com o nível superior do que mulheres. Nas coortes mais jovens do Censo de 1991, duas vezes mais mulheres. Fenômeno semelhante acontece para todos os níveis do ensino formal, apenas em níveis mais moderados. Nas coortes mais velhas do Censo de 1960 existem 20% a mais de homens com o primeiro ciclo do ensino fundamental completo do que mulheres. Nas coortes mais jovens do Censo de 1991 existem 10% a menos de homens que completaram este nível do que mulheres. A população escolar nos censos mais antigos era predominantemente masculina e em séries, em média mais avançadas. Nos censos mais recentes a situação se inverte.

Resumo traduzido

The gender gap measured by average number of years of schooling for the Brazilian population had favored the male population up to the 1980 Census. In 1991, though it was reversed and women averaged .26 year more of schooling than their male counterparts. These aggregated statistics fudge intra-cohort differences. This paper plans to focus on these differences and evaluates the evolution of schooling for each sex, using cohorts for the available censuses. It also analyses data on the school population from the different censuses and from Elementary and High School Evaluation System (Saeb). Saeb data concerns exclusively on elementary school 4th and 8th graders and high school 3rd graders. The main conclusion is that women have been better performers at the first school years, shorter age/grade gap, but usually left school earlier than men. Men have been more persistent and in spite of worse performance stayed longer in school and graduated at higher levels. Up to certain ages women presented more years of schooling than men. In each census this age has been getting higher. There are also differences in the proportion of individuals of each sex graduating at the several levels of formal education. The proportion of university graduates among males in older cohorts in the 1960 census is almost 20 times greater than the proportion among females. On the other hand, the proportion of university graduates among males in younger cohorts in the 1991 census is almost half the proportion among females. The same thing happens for all levels of formal schooling, in a slightly less aggravated form. The proportion of elementary school graduates among males in older cohorts in the 1960 census is 20% greater than the proportion among females and in 1991 there are 10% less males in the younger cohorts. School population in older census was predominantly male and, in average, enrolled in more advanced levels. In more recent census the situation is reversed.

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