Publication: Avaliações como fonte para o processo decisório : comunicação e uso de evidências nos guias de avaliação
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
653
item.page.description.lastpage
678
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pequisa Econômica Aplicada
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O capítulo investiga a desconexão existente entre a produção de avaliações metodologicamente robustas e o seu uso efetivo no processo de formulação e implementação de políticas públicas. Apoiando-se na "teoria das duas comunidades", que descreve as barreiras de comunicação e os diferentes sistemas de incentivos entre os pesquisadores (produtores) e os gestores públicos (consumidores), as autoras levantam o seguinte problema: quais conteúdos sobre reporte e disseminação de resultados são apresentados pelos guias de avaliação de políticas públicas?. Para responder a isso, realiza-se uma análise documental de cunho prático-metodológico em uma amostra de guias nacionais e internacionais publicados a partir de 2015. Constatou-se que os guias tradicionais do governo federal brasileiro (Casa Civil/Ipea) dão forte ênfase às etapas técnicas de diagnóstico e desenho, tratando a evidência predominantemente como um insumo (ex ante ou ex post) e deixando uma lacuna sobre estratégias de comunicação. Em contrapartida, manuais editados por organismos multilaterais (BIRD/BID) e pela sociedade civil (CLEAR/FGV) demonstram maior preocupação com o tempo político e a adaptação das mensagens de acordo com o público-alvo. O grande destaque, contudo, é o guia do Ministério da Saúde voltado para o SUS, que incorpora de forma robusta e aplicada o referencial de "tradução do conhecimento", fornecendo ferramentas explícitas de intermediação (knowledge brokering), policy briefs e storytelling. O estudo conclui que a comunicação eficaz não é uma etapa secundária, mas sim uma condição transversal essencial para que os achados avaliativos circulem e qualifiquem a tomada de decisão democrática.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
KARRUZ, Ana Paula; SANTOS, Ana Tereza Pires dos; SEGATTO, Catarina Ianni. Avaliações como fonte para o processo decisório: comunicação e uso de evidências nos guias de avaliação. In: KOGA, Natália Massaco et al. (org.). Políticas públicas informadas por evidências: conhecimentos, arranjos e capacidades para a governança democrática. Rio de Janeiro: Ipea, 2026. p. 653-678. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/9786556351001cap21.
