Publication: Pax Brasiliensis : projeção de poder e solidariedade na estratégia diplomática de participação brasileira em operações de paz da Organização das Nações Unidas
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
213
item.page.description.lastpage
241
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Examina a evolução da participação brasileira em operações de paz da ONU e argumenta que, desde o fim da Guerra Fria, o Brasil passou a orientar seu engajamento nesse campo a partir de uma estratégia diplomática que combina projeção de poder e solidariedade ativa. Filipe Nasser descreve como missões no Congo, Moçambique, Angola, Timor‑Leste e, sobretudo, no Haiti consolidaram um “modelo brasileiro” marcado pela ênfase no multilateralismo, no desenvolvimento, na reconstrução institucional e na aproximação com países com os quais o Brasil identifica laços históricos, linguísticos ou simbólicos. O capítulo mostra que a diplomacia brasileira passou a entender a solidariedade — materializada em ações humanitárias, cooperação técnica e participação robusta em operações complexas — como instrumento de interesse nacional de longo prazo, reforçando a imagem do país e sua aspiração a posições de maior influência, incluindo a candidatura a um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. A análise revela, assim, a coexistência entre humanismo e pragmatismo geopolítico na atuação externa do Brasil, bem como os desafios e perspectivas que esse engajamento traz para o futuro.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
NASSER, Filipe. Pax Brasiliensis: projeção de poder e solidariedade na estratégia diplomática de participação brasileira em operações de paz da Organização das Nações Unidas. In: KENKEL, Kai Michael; MORAES, Rodrigo Fracalossi de (org.). O Brasil e as operações de paz em um mundo globalizado: entre a tradição e a inovação. Brasília, DF: Ipea, 2012. p. 213‑241. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20070
