Publicação: O trabalho industrial feminino
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Brasil
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1985
1993
1997
1993
1997
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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É permitida a reprodução deste texto, desde que obrigatoriamente citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são rigorosamente proibidas.
Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 764: O trabalho industrial feminino, The female industrial work
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Resumo
O crescimento da participação feminina na força de trabalho brasileira repete um fenômeno que nas últimas décadas do século XX ocorreu em todo o subcontinente latino-americano. Os diversos estudos feitos sobre o tema concluem que o dinamismo da entrada feminina no mercado de trabalho não foi acompanhado de uma diminuição das desigualdades profissionais entre os sexos. No Brasil, a novidade é que a violenta reestruturação produtiva da indústria de transformação nacional não expulsou a mão-de-obra feminina do mercado de trabalho, com sua taxa de participação mantendo-se no mesmo patamar de meados da década de 80. Assim, ao contrário do esperado, essa reestruturação não produziu uma “volta ao lar” das trabalhadoras industriais. Este texto estuda o emprego feminino industrial diante dessas mudanças estruturais ocorridas no processo produtivo manufatureiro, analisando se as potencialidades presentes nos novos paradigmas produtivos ampliaram as oportunidades de acesso ao emprego e melhoria das condições de permanência das mulheres no trabalho industrial. Com esta preocupação como fio condutor, a ocupação feminina industrial foi analisada nos anos de 1985, 1993 e 1997 na indústria de transformação nacional. A avaliação foi feita utilizando-se as variáveis: sexo, idade, escolaridade, rendimentos, posição na família e na ocupação. Para melhor compreensão da dinâmica do processo de segmentação do mercado de trabalho foi construído um indicador de mixidade para alguns grupos ocupacionais e a base de dados usada foram as tabulações especiais da PNAD/IBGE.
Resumo traduzido
The growth of female participation in Brazilian labour force follows a pattern occurring over the whole Latin American subcontinent in the last decades of the twentieth century. The several studies done on the theme conclude that the dynamism of female entrance in the labour market did not entail a decreasing of professional inequalities between genders. What was new about Brazil was that the intense productive restructuring in the national manufacturing industry failed to expel female workforce from the labour market; its share remained at the same levels of the middle eighties. Thus, contrary to what one would expect, this restructuring did not promote a “return to home” of female industrial workers. The present work studies the response of female industrial employment to the structural changes that took place in the productive process of manufactures, analysing whether the potentialities present in the new production paradigms have enlarged the opportunities for access to jobs and improved conditions for women to remain in industrial occupations. Taking this concern as the main thread, we analysed female industrial occupation in the years 1985, 1993 and 1997 in the Brazilian manufactures. The evaluation used the variables sex, age, schooling, revenues, family status and occupation. In order to better understand the dynamics of the labour market segmentation process, a “mixity” indicator was built for some occupational groups; the data base used was the special tabulations of PNAD/IBGE.
