Publication: Equilíbrio externo do Brasil : uma avaliação da perspectiva monetarista
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras: a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas; b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e c) A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br).
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Este ensaio examina a perspectiva monetarista em relação ao balanço de pagamentos do Brasil. A primeira seção revê o modelo teórico, que é, em seguida, estimado para o período de 1958 a 1978 (Seção 2) . As Seções 3 e 4 estendem a análise, e a Seção 5 compara os resultados aqui obtidos com um exercício feito anteriormente por Gonnolly e Dantas. Questionam-se, em diferentes planos, os resultados obtidos por estes autores e conclui-se que, embora a evidência empírica suporte uma versão mais flexível da perspectiva monetarista, as estimativas, em particular para o efeito de variações da renda e da inflação externa, são diferentes dos seus níveis teóricos.
