Publicação: Desafios no acesso à água tratada na Amazônia brasileira : o potencial das tecnologias sociais
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Titulo alternativo
Challenges in access to treated water in the Brazilian Amazon : the potential of social technologies, Desafíos en el acceso al agua tratada en la Amazonía brasileña: el potencial de las tecnologías sociales
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Resumo
Este artigo discute as condições de acesso à água tratada na Amazônia Legal. O estudo busca problematizar as capacidades das tecnologias tradicionais e as alternativas de tecnologias sociais como formas de viabilizar a segurança hídrica na região, considerando os desafios de captação e tratamento de água no contexto territorial local. Uma ênfase especial é dada às populações rurais. Apresenta-se um Índice de Acesso Hídrico, construído a partir de indicadores ambientais, territoriais, institucionais e socioeconômicos, utilizando a Análise de Componentes Principais. Discute-se também a aplicabilidade de diferentes tecnologias sociais alternativas, presentes na literatura, à luz dos indicadores estruturais da região. Os resultados registram a distribuição espacial da insegurança hídrica e o papel que as dificuldades de tratamento (e não de acesso) desempenham na superação dessa barreira. Adicionalmente, são apresentadas estimativas de populações totais e rurais com acesso inadequado à água. Destaca-se que os 20% dos municípios com os piores valores no índice concentram mais da metade das mais de 3 milhões de pessoas estimadas em situação de acesso inadequado à água na região, com um desequilíbrio que afeta de forma desproporcional as comunidades rurais.
Resumo traduzido
This article discusses the conditions of access to treated water in the Legal Amazon. The study seeks to address the capabilities of traditional technologies and alternative social technologies as ways to ensure water security in the region, considering the challenges of water collection and treatment in the local territorial context. A special emphasis is placed on rural populations. The study presents a Water Access Index, constructed from environmental, territorial, institutional, and socioeconomic indicators using Principal Component Analysis. It also discusses the applicability of different alternative social technologies found in the literature in light of the region’s structural indicators. The results show the spatial distribution of water insecurity in the region and the role that difficulties in treatment (rather than access) play in overcoming this barrier. Additionally, estimates of total and rural populations with inadequate access to water are presented. It is highlighted that the 20% of municipalities with the worst index values concentrate more than half of the estimated population with water insecurity in the region, with an imbalance that disproportionately affects rural communities.
Este artículo discute las condiciones de acceso al agua tratada en la Amazonía Legal. El estudio busca problematizar las capacidades de las tecnologías tradicionales y las alternativas de las tecnologías sociales como formas de viabilizar la seguridad hídrica en la región, considerando los desafíos de captación y tratamiento de agua en el contexto territorial local. Se da especial énfasis a las poblaciones rurales. El estudio presenta un Índice de Acceso Hídrico, construido a partir de indicadores ambientales, territoriales, institucionales y socioeconómicos, utilizando el Análisis de Componentes Principales. También se discute la aplicabilidad de diferentes tecnologías sociales alternativas, presentes en la literatura, a la luz de los indicadores estructurales de la región. Los resultados registran la distribución espacial de la inseguridad hídrica en la región y el papel que las dificultades de tratamiento (y no de mero acceso) desempeñan en la superación de esta barrera. Adicionalmente, se presentan estimaciones de las poblaciones totales y rurales con acceso inadecuado al agua. Se destaca que el 20% de los municipios con los peores valores en el índice concentran a más de la mitad de las más de 3 millones de personas estimadas en situación de acceso inadecuado al agua en la región, con un desequilibrio que afecta de manera desproporcionada a las comunidades rurales.
Este artículo discute las condiciones de acceso al agua tratada en la Amazonía Legal. El estudio busca problematizar las capacidades de las tecnologías tradicionales y las alternativas de las tecnologías sociales como formas de viabilizar la seguridad hídrica en la región, considerando los desafíos de captación y tratamiento de agua en el contexto territorial local. Se da especial énfasis a las poblaciones rurales. El estudio presenta un Índice de Acceso Hídrico, construido a partir de indicadores ambientales, territoriales, institucionales y socioeconómicos, utilizando el Análisis de Componentes Principales. También se discute la aplicabilidad de diferentes tecnologías sociales alternativas, presentes en la literatura, a la luz de los indicadores estructurales de la región. Los resultados registran la distribución espacial de la inseguridad hídrica en la región y el papel que las dificultades de tratamiento (y no de mero acceso) desempeñan en la superación de esta barrera. Adicionalmente, se presentan estimaciones de las poblaciones totales y rurales con acceso inadecuado al agua. Se destaca que el 20% de los municipios con los peores valores en el índice concentran a más de la mitad de las más de 3 millones de personas estimadas en situación de acceso inadecuado al agua en la región, con un desequilibrio que afecta de manera desproporcionada a las comunidades rurales.
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Palavras-chave
Palavras-chave traduzidas
Water security, Legal Amazon, Alternative water systems, Seguridad hídrica, Tecnologías sociales
JEL
Q25 Water
O35 Social Innovation
O18 Urban, Rural, Regional, and Transportation Analysis - Housing - Infrastructure
Citação
FARIAS, Hilder André Bezerra et al. Desafios no acesso à água tratada na Amazônia brasileira: o potencial das tecnologias sociais. Tempo do Mundo. Brasília, n. 39, p. 339-370, dez. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm39art11
Aviso
Notas
Este trabalho obteve auxílio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na forma de bolsas de pesquisa. Além disso, contou com o suporte técnico e o apoio financeiro do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
