Publicação: As Agências reguladoras brasileiras e seu hibridismo burocrático
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Resumo
Dado que as organizações não operam no vácuo, é importante inquirir, em particular, como os indivíduos que as compõem respondem à realidade que os cerca e ao ambiente e à cultura internos às agências. Este capítulo procura abordar essa questão voltando-se especificamente à "regulocracia" brasileira, delimitando, assim, a análise quanto à burocracia das agências reguladoras federais. Faz-se isso, todavia, sem que se reproduza o lugar-comum das críticas correntes. Busca-se ir mais a fundo naquilo que o modelo de agências
reguladoras teve como consequência na dimensão burocrática e no que é pertinente à repercussão sobre o funcionamento do Estado.
