Publicação: Trabalho materno e desempenho educacional das crianças: uma análise da probabilidade de aprovação escolar
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Cobertura espacial
Brasil
Cobertura temporal
1986-1995 e 2002-2006
País
BR
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Grau Acadêmico
Fonte original
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dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Maternal labor and child school performance: an analyze of schooling advance probability
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Resumo
O objetivo deste estudo é analisar o impacto do trabalho materno sobre a probabilidade de aprovação escolar das crianças brasileiras com idade entre 10 e 14 anos. Para tanto, foram utilizadas duas subamostras da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes aos períodos 1986-1995 e 2002-2006. Os resultados obtidos mostram que, para a amostra mais antiga, o fato de a mãe ingressar no mercado de trabalho não teve impacto sobre a probabilidade de aprovação escolar da criança. Já na amostra mais recente, os resultados foram mais expressivos: o impacto do trabalho materno apresentou uma magnitude de –7,1 pontos percentuais. Outro aspecto interessante é que o impacto negativo é sempre maior para as mães mais escolarizadas. A divergência de resultados entre os subperíodos pode ser decorrente: i ) das mudanças metodológicas da PME; ii ) das diferenças em termos de variação de renda das famílias entre os períodos; iii ) das mudanças das “regras” relativas à aprovação/reprovação nas escolas; ou, por fim, iv ) do aumento da escolarização das mães entre os períodos analisados. Estudos futuros podem buscar identificar se de fato estes elementos são importantes e, em caso positivo, qual a contribuição de cada um deles no resultado final.
Resumo traduzido
The purpose of this paper is to analyze the impact of maternal labor on the probability of school progression for Brazilian children with age between 10 and 14 years. Two sub-samples from the data set of the Monthly Employment Survey (Pesquisa Mensal de Emprego – PME), referring to periods from 1986 to 1995 and from 2002 to 2006 were used. The results show that, for the oldest sample, maternal ingression in the labor market does not influence the child´s school progression probability. However, from 2002 to 2006, the results are more expressive: maternal labor impacts school progression probability negatively in 7.1 percentage points. This divergent behavior may be attributed to: i ) changes in PME methodology; ii ) difference in sub-samples with respect to the per capita income variable; iii ) changes in school progression/repetition “rules”; or, finally, iv ) increase in maternal education levels between the analyzed periods. Future studies may identify the importance of these elements and their contribution to our final results.
