Publication: Estimativa das famílias potenciais beneficiárias de programas de assentamentos rurais no Brasil
Loading...
Files
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto, desde que obrigatoriamente citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são rigorosamente proibidas.
item.page.title.alternative
Texto para Discussão (TD) 741: Estimativa das famílias potenciais beneficiárias de programas de assentamentos rurais no Brasil, Estimation of the potential beneficiary families of rural settlements programs in BraziL
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Há grande divergência, na literatura, sobre as famílias a serem beneficiadas por programas de política agrária no Brasil. Há uma convergência de que três grupos de famílias são prioritários: os de trabalhadores assalariados sem-terra; os de trabalhadores com acesso precário à terra, tais como os parceiros, arrendatários e posseiros; e os de proprietários-minifundistas que ocupam áreas abaixo do mínimo necessário para garantir a sobrevivência da família. A partir dos dados do Censo Agropecuário de 1995/1996 e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 1995, procurou-se estimar o número potencial para cada um desses subgrupos de famílias, tendo-se o cuidado de identificar as diferenças conceituais entre as duas fontes e suas implicações. Os resultados obtidos mostram que o público potencial beneficiário de ações fundiárias no Brasil varia em um intervalo entre 3,1 milhões e 6,4 milhões de famílias, o que depende da fonte utilizada e dos critérios utilizados. A maioria dessas famílias reside na região Nordeste, seguida pelas regiões Sudeste e Sul.
