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Fragmentação e concentração burocrática da política econômica no Brasil : morfologia e evolução das estruturas estatais de gestão das políticas fiscal, monetária e orçamentária (1990-2018)

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1990-2018

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Texto para Discussão (TD) 2865 : Fragmentação e concentração burocrática da política econômica no Brasil : morfologia e evolução das estruturas estatais de gestão das políticas fiscal, monetária e orçamentária (1990-2018)

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Resumo

O Estado brasileiro é frequentemente visto como ineficiente e capturado por grupos de interesse econômico e elites burocráticas, o que leva ao capitalismo de compadrio e clientelismo. Isso tem dificultado a implementação de políticas econômicas indutoras de crescimento e contribuído para o declínio da produtividade e do crescimento econômico. Em contraste, o Estado tem desempenhado um papel central no rápido crescimento econômico de alguns países asiáticos, por meio de agências como o Ministry of International Trade and Industry (Miti) e a Economic Planning Agency (EPA) no Japão e de sua interação com o mercado em Taiwan e outros países. Isso envolveu a intervenção do Estado na economia como investidor minoritário e a aceleração do progresso tecnológico, o que levou ao aumento da produtividade e do crescimento. O Estado brasileiro, no entanto, pode ser capaz de superar esses desafios e desempenhar um papel mais ativo no desenvolvimento econômico mediante medidas de política como a política industrial e a política de inovação. Desse modo, este estudo visa examinar a morfologia e a evolução das estruturas organizacionais do Estado brasileiro de 1990 a 2018, com foco específico nos ministérios e em suas entidades vinculadas, responsáveis pela formulação e execução de políticas fiscais, monetárias e orçamentárias. A hipótese é que a influência de certos interesses econômicos nas políticas é parcialmente determinada pela configuração das estruturas do Estado, incluindo a autonomia da burocracia em relação a esses interesses. O estudo considera o papel da representação política, coalizões sociais e a importância de setores e grupos empresariais na economia doméstica, com o objetivo final de compreender até que ponto esses fatores moldam a relação entre as estruturas do Estado e os interesses econômicos, especialmente no que diz respeito às políticas fiscais, monetárias e de alocação de recursos.

Resumo traduzido

The Brazilian state is often viewed as inefficient and captured by economic interest groups and bureaucratic elites, leading to crony capitalism and clientelism. This has hindered the implementation of growth-inducing economic policies and contributed to a decline in productivity and economic growth. In contrast, the state has played a central role in the rapid economic growth of some Asian countries, through agencies such as MITI and EPA in Japan and through its interaction with the market in Taiwan and other countries. This has involved state intervention in the economy as a minority investor and the acceleration of technological progress, leading to increased productivity and growth. However, the Brazilian state may be able to overcome these challenges and play a more active role in economic development through policy measures such as industrial policy and innovation policy. This study aims to examine the morphology and evolution of the organizational structures of the Brazilian state from 1990 to 2018, specifically focusing on the ministries and their affiliated entities responsible for formulating and executing fiscal, monetary, and budget policies. The hypothesis is that the influence of certain economic interests on these policies is partially determined by the configuration of state structures, including the autonomy of bureaucracy in relation to these interests. The study will consider the role of political representation, social coalitions, and the importance of sectors and business groups in the domestic economy. The ultimate goal is to understand the extent to which these factors shape the relationship between state structures and economic interests, particularly in regards to fiscal and monetary policies and resource allocation.

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