Publication: A Organização do planejamento econômico : o caso brasileiro
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras: a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas; b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e ) A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br).
item.page.title.alternative
Comunicação 1
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O presente estudo tenta se enquadrar na seguinte linha de argumentação que são os seguintes: i) um ponto de vista sempre presente é o da sofisticação dos planejadores e dos Planos. O excessivo zelo pela elegância econométrica estaria comprometendo a relevância dos Planos, o que se agravaria num contexto de dados estatísticos de má qualidade; ii) uma variante desse argumento fala nos "modelos puramente econômicos" que, por não interligarem os desenvolvimentos econômico, social e político, seriam de pouco relevo operacional. Tais argumentos, embora relevantes sob certos aspectos, não explicam totalmente o impasse. O mal uso de técnicas sofisticadas é mais um atributo do planejador sem senso crítico do que do planejamento e, de resto, como já se disse, um plano consistente não garante melhor implementação do que um plano que não o seja.
