Publicação: Alta inflação e fronteira de estabilidade: um modelo para análise de trajetórias explosivas da inflação
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1922-1984
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BR
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Titulo alternativo
Textos para Discussão Interna (TD) 159: Alta inflação e fronteira de estabilidade: um modelo para análise de trajetórias explosivas da inflação, High inflation and border stability: a model for analysis of explosive inflation paths
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Resumo
Desde meados dos anos 80 a economia brasileira parece ter ingressado na rota da hiperinflação, no sentido de que revela uma tendência sistemática ao aumento das taxas de inflação, apenas recorrente e temporariamente interrompida por sucessivos choques desindexatórios. Esse processo de aceleração gradual diferencia o período tanto da história anterior da inflação brasileira - caracterizada pela evolução em patamares relativamente estáveis - como dos casos clássicos de hiperinflação, marcado pelo caráter vertiginoso da elevação das taxas. Este artigo procura explicar as razões de tal especificidade, tentando mostrar os fatores que formaram uma situação compatível com a estabilidade das taxas de inflação, no passado, incompatível no presente. Argumenta-se que as causas desse fato residem na mudança da equação da demanda de moeda, no aumento das necessidades globais de financiamento do setor público e na redução da sua capacidade de endividamento interno. Dessa forma, taxas de inflação que no passado geravam um certo nível de imposto inflacionário tendem a gerar agora uma arrecadação menor desse imposto, justamente no momento em que este deveria aumentar para compensar a menor capacidade de endividamento público. Como consequência, o financiamento do déficit "exige" uma taxa de inflação maior, a qual, acentuando a fuga de moeda por parte dos agentes, tende a uma aceleração permanente. A conclusão é que a solução do problema implica reduzir a relação necessidades globais de financiamento do setor público/PIB e/ou recuperar a capacidade de endividamento adicional do governo.
Resumo traduzido
Since the middle of the 80s Brazilian economy seems to be going to a situation of hiperinflation, because the monthly rates of inflation show a systematic tendency to increase which has been only temporarily broken by shocks including price freezing. This gradual acceleration is different not only from the past history of Brazilian inflation - which was characterized by a relative stability - but also from the impressive and vertiginous increase of rates during the classical cases of hyperinflation. This article tries to explain the reasons for the specifity of the present process. It discusses why a situation that had been compatible with stability, became associated with instability some years later. It is supported by the idea that change of the money demand, increase of borrowing requirements of Government and reduction of its indebtedness capacity were the main cause of this instability. Thus, an inflation which produced a certain level of inflationary tax now is not enough to generate the same level of revenue. It happens when revenue should increase to compensate indebtedness capacity down fall of public sector. As a consequence, financing of deficit "requires" a higher inflation, which tends to increase more and more because the process of demonetization. The conclusion is that solution should include a reduction of the Government borrowing requirements/GDP rate and/or recovery of indebtedness capacity by the Governemnt.
