Publication: Acordos do Mercosul com terceiros países
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Países do Mercosul
Países da União Européia
Israel
Países do Conselho de Cooperação do Golfo
Países do Mercosul
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Israel
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Texto para Discussão (TD) 1541: Acordos do Mercosul com terceiros países, Texto para Discussão Cepal Ipea 23: Acordos do Mercosul com terceiros países, Mercosul agreements with other countries
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Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O objetivo deste estudo é avaliar diversos acordos preferenciais firmados pelo Mercosul com terceiros países ou grupo de países, além de identificar potencialidades em futuros acordos, como é o caso da União Europeia (principal parceiro comercial do Mercosul), do Estado de Israel e dos países do CCG. E, como objetivo condicionado, identificar semelhanças e diferenças a partir dos setores diretamente afetados. O primeiro capítulo contém uma visão geral da estratégia do Mercosul em relação à assinatura de acordos
com terceiros países, com indicações das dificuldades internas em identificar posições negociadoras comuns. Consiste basicamente em identificar a interseção entre as políticas externas dos países-membros do Mercosul para a constituição de incrementos na competitividade internacional, por meio de uma abertura comercial conjunta constrangida pela possibilidade de assunção de posições negociadoras comuns. No segundo capítulo, avaliamos as possibilidades de Acordos de Livre Comércio com Israel e os países do
CCG serem bem-sucedidos. A ideia central é avaliar os mercados dos produtos promissores desses países para as exportações do Mercosul, com destaque para o Brasil. Uma releitura dos acordos de livre comércio
é providenciada de modo que auxilie a confecção desses acordos, minimizando conflitos que, porventura, possam ser propiciados no âmbito do Mercosul. O terceiro capítulo estende a metodologia aplicada no capítulo anterior para o caso da União Europeia e desenvolve avaliação convencional dos impactos possíveis com o Acordo União Europeia–Mercosul centrada nos segmentos produtivos brasileiros. Finalmente, o último capítulo reúne algumas considerações.
