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O Atlântico Sul e a cooperação em defesa entre o Brasil e a África

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Resumo

O capítulo analisa a ampliação da cooperação brasileira em defesa com países da costa atlântica africana, destacando como essa atuação integra a estratégia mais ampla do Brasil de fortalecer laços Sul‑Sul, consolidar uma identidade sul‑atlântica e projetar sua influência política, econômica e militar. Os autores mostram que, a partir da década de 2000, especialmente sob os governos Lula e Dilma, o Atlântico Sul ganhou maior relevância estratégica devido à descoberta do pré‑sal, à ampliação das rotas comerciais marítimas e à presença crescente de ameaças como pirataria, tráfico e disputas por recursos naturais. Nesse contexto, o Brasil intensificou acordos bilaterais e multilaterais na área de defesa – incluindo treinamento militar, transferência de equipamentos, cooperação tecnológica, ações de mapeamento da plataforma continental e exercícios navais –, com parceiros como Namíbia, África do Sul, Angola, Nigéria, Guiné Equatorial e Cabo Verde. A ZOPACAS, o IBAS, o BRICS e a CPLP emergem como ferramentas importantes desse processo de construção de uma “comunidade” no Atlântico Sul. O capítulo também destaca como o Brasil utiliza essa cooperação para fortalecer sua indústria de defesa, ampliar sua presença estratégica no oceano e reforçar seu pleito por maior protagonismo internacional, especialmente na governança global.

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ABDENUR, Adriana Erthal; SOUZA NETO, Danilo Marcondes de. O Atlântico Sul e a cooperação em defesa entre o Brasil e a África. In: NASSER, Reginaldo Mattar; MORAES, Rodrigo Fracalossi de (org.). O Brasil e a segurança no seu entorno estratégico: América do Sul e Atlântico Sul. Brasília, DF: Ipea, 2014. p. 215–238. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20035

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O Brasil e a segurança no seu entorno estratégico : América do Sul e Atlântico Sul
(Ipea, 2014) Nasser, Reginaldo Mattar ; Moraes, Rodrigo Fracalossi de ; Reginaldo Mattar Nasser; Rodrigo Fracalossi de Moraes
Este livro reúne trabalhos de acadêmicos e militares, brasileiros e estrangeiros, voltados para uma discussão de questões relacionadas a espaços do entorno estratégico brasileiro. É fruto do projeto O Papel da Defesa na Inserção Internacional Brasileira, coordenado pelo Ipea, que tem como objetivo contribuir com o debate sobre as políticas públicas na área da defesa nacional. O conteúdo está organizado em dez capítulos distribuídos em duas partes. A primeira parte aborda algumas das principais dinâmicas securitárias da América do Sul, dividindo-se em duas subpartes, que analisam questões relativas, respectivamente, à defesa nacional e aos desafios para o enfrentamento da criminalidade organizada transnacional. A segunda parte tem como objeto o Atlântico Sul, buscando contribuir para o debate acerca dos interesses brasileiros neste espaço, bem como a respeito de como o país pode cooperar para a manutenção de sua estabilidade. O objetivo geral consiste em ampliar a compreensão sobre alguns dos principais processos presentes no entorno estratégico brasileiro.

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