Publicação: Substituição de importações de bens de capital : possibilidades e limitações
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Brasil
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras: a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas; b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e ) A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br).
Titulo alternativo
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Banca de defesa
Resumo
O objetivo deste estudo é a apreciação acerca das possibilidades de uma nova etapa substitutiva de importações para a economia brasileira, no caso localizada no setor produtor de bens de capital. Considera que as limitações principais ao prosseguimento do processo têm origem na própria estrutura produtiva, em termos dos requisitos de insumos importados para a manutenção e ampliação da produção, de modo que a efetividade de uma nova etapa substitutiva pode vir a ser comprometida caso exista uma restrição externa acentuada ao crescimento das importações. Obviamente, a limitação apenas a este aspecto não implica negar a existência de outros problemas, tais como questões tecnológicas e níveis de competitividade e eficiência, mas apenas sua abstração na procura de um melhor ângulo para a análise de uma limitação que se apresenta no balanço de pagamentos.
