Publicação: A Institucionalidade da integração fronteiriça na Unasul e no
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Resumo
Em 2019, o Brasil deveria ter assumido a presidência pro tempore da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) por um ano, a partir de 17 de abril, e assumiu a do Mercado Comum do Sul () por seis meses, no dia 17 de junho. Diante dessa coincidência de mandatos, abriu-se um debate em torno da possibilidade de convergência das agendas das organizações regionais para a integração de fronteira na América do Sul. Este trabalho é uma versão preliminar de uma pesquisa em andamento, cujo objetivo consiste em apresentar e contextualizar a agenda de fronteira desses dois organismos e analisar o que tem acontecido recentemente no Subgrupo de Trabalho sobre Integração Fronteiriça (SGT) no 18 do , assim como no Programa sobre Integração Fronteiriça que se desenvolvia na Unasul, principalmente os avanços do Grupo Técnico Executivo (GTE) sobre Integração e Facilitação Fronteiriça e o Sistema de Informação Geográfica (SIG), ambos do Conselho Sul-Americano de Infraestrutura e Planejamento (Cosiplan).
Resumo traduzido
In 2019, Brazil should have taken the Union of South American Nations’ (Unasur) presidency for a year, starting on April 17th, as well as the Southern Common Market’s (Mercosur), starting on June 17th. Given these overlapping terms, there were discussions on a potential convergence of these two organizations’ agendas concerning cross-border integration in South America. This paper is part of an ongoing research project, presenting and putting into context Unasur’s and Mercosur’s policy agenda on cross-border integration. In addition, the paper analyses recent developments at Mercosur’s Working Group on Border Integration (SGT) and Unasur’s border integration program, especially the Executive Technical Group on Border Integration and Facilitation, and the Geographic Information System (SIG), both under Cosiplan.
