Publicação: Liberalização comercial brasileira e os coeficientes de importação - 1990/95
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Brasil
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1990-1995
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BR
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Grau Acadêmico
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 703: Liberalização comercial brasileira e os coeficientes de importação - 1990/95, Brazilian trade liberalization and import coefficients - 1990/95
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Resumo
Após a mudança cambial ocorrida em janeiro de 1999, houve um grande temor de que uma alteração de preços relativos favorável aos produtos comercializáveis com o exterior resultasse na volta do processo inflacionário. Isso se baseava no fato de a economia brasileira estar bem mais aberta ao exterior, com maior presença de importações na oferta total. Para avaliar o impacto de uma desvalorização sobre os preços internos, deve-se levar em consideração não só as importações de produtos finais, mas também as importações de produtos destinados ao consumo intermediário. Para isso, foram calculados coeficientes de importação que relacionam a importação de insumos ao valor da produção. A análise desses coeficientes mostra que a economia brasileira, quando comparada a outros países, ainda é relativamente fechada a importações de produtos destinados ao consumo intermediário, sendo essa uma das razões pelas quais um processo inflacionário não foi desencadeado após a desvalorização do câmbio. Também é feita uma comparação entre os reajustes de preços praticados pelos diversos setores da economia nos períodos janeiro/abril e janeiro/julho de 1999 e os coeficientes de importação. O objetivo é verificar se os setores que mais usam produtos importados em seu consumo intermediário foram aqueles que praticaram os maiores reajustes de preços após a mudança cambial.
Resumo traduzido
In 1994, the Brazilian government launched a stabilization program based on a dollar-peg exchange rate regime. In January 1999, that regime was abandoned; the result was an exchange rate devaluation of about 50%. There was a fear that inflation would come back due to the relative price change in favor of tradable goods caused by the exchange rate devaluation. That fear was based on the fact that nowadays the Brazilian economy is more open to imports. However, to reach such a conclusion, one should consider not only final products imports, but also the use of imported inputs. In order to do so, two import coefficients relating the use of imported inputs to total value of production are proposed for 29 sectors of the economy. Their analysis shows that the Brazilian economy is still relatively closed to imported inputs. That is one of the reasons why a relative price change caused by the exchange rate devaluation was not translated into permanent higher inflation. A comparison between price changes and the import coefficients is also made for the periods January/April and January/July 1999. The aim is to check whether the sectors that rely more heavily on imported inputs are the same ones that raised their prices most after the exchange rate devaluation.
