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Strategic construction of Brics countries from a geopolitical perspective

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Construção estratégica dos Brics sob uma perspectiva geopolítica, Construcción estratégica de los Brics desde una perspectiva geopolítica

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Resumo

This paper systematically traces the developmental trajectory of BRICS countries from conceptual inception to institutionalized cooperation and subsequent rounds of expansion, analyzing the logic and characteristics of their strategic construction alongside the evolution of their role in global governance. It argues that the BRICS nations’ identity and strategy emerged through interactions with the Western-dominated international order, representing a collective response to structural injustices and marginalization. As the BRICS mechanism evolves from an “economic cooperation platform” to a “comprehensive governance system,” its cooperation model exhibits distinct characteristics: pluralistic inclusivity, pragmatic functionality, flexible adaptability, and diverse resilience. The paper emphasizes that BRICS is not an anti-Western alliance but rather acts as a “reformer” to advance incremental reforms toward a more equitable and inclusive international order. Through functional cooperation such as the New Development Bank (NDB), Contingent Reserve Arrangement (CRA), and local currency settlement systems, the BRICS mechanism has enhanced developing countries’ economic autonomy and institutional voice. Moving forward, BRICS will continue attracting participation from the global South, advancing the formation of a multipolar order. It will leverage comparative advantages in sustainable development, green transition, and digital governance to forge a collaborative development pathway grounded in the “community with a shared future for mankind”.

Resumo traduzido

A partir de uma perspectiva geopolítica, este artigo faz uma revisão sistemática do desenvolvimento dos países do BRICS – desde a proposição do conceito, passando pela cooperação institucionalizada, até as múltiplas rodadas de ampliação –, analisando a lógica, as características e a evolução de seu papel na governança global. O estudo aponta que a identidade e a estratégia do BRICS foram gradualmente formadas na interação com a ordem internacional dominada pelo Ocidente, constituindo uma resposta coletiva às injustiças estruturais e à marginalização. À medida que o mecanismo do BRICS evolui de uma “plataforma de cooperação econômica” para um “sistema abrangente de governança”, seu modelo de cooperação revela características marcantes, como diversidade e inclusão, pragmatismo funcional, flexibilidade confortável e resiliência diversificada. O artigo destaca que o BRICS não é uma aliança antiocidental, mas atua como um “reformador” que promove uma transformação gradual da ordem internacional existente em direção a uma maior equidade e inclusão. Por meio de cooperações funcionais – como o Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank – NDB), o Acordo de Reserva de Contingente (Contingent Reserve Arrangement – CRA) e o sistema de liquidação em moedas locais –, o mecanismo do BRICS fortalece a autonomia econômica e o poder institucional dos países em desenvolvimento. No futuro, o BRICS continuará atraindo países do Sul global, promovendo a formação de uma ordem multipolar e explorando suas vantagens comparativas em áreas como desenvolvimento sustentável, transição verde e governança digital, construindo assim um caminho de desenvolvimento colaborativo baseado no conceito de “comunidade de destino compartilhado da humanidade”.
Este artículo traza de manera sistemática la trayectoria de desarrollo de los BRICS desde su concepción inicial, pasando por la cooperación institucionalizada, hasta las sucesivas rondas de expansión, analizando la lógica y las características de su construcción estratégica junto con la evolución de su papel dentro de la gobernanza global. Sostiene que la identidad y la estrategia de los países BRICS se han cristalizado a través de su compromiso con el orden internacional dominado por Occidente, constituyendo una respuesta colectiva a las injusticias estructurales y la marginación. A medida que el mecanismo BRICS evoluciona de una “plataforma de cooperación económica” a un “sistema de gobernanza integral”, su modelo de colaboración muestra características distintivas: inclusividad pluralista, pragmatismo funcional, adaptabilidad flexible y resiliencia diversa. El documento sostiene que el BRICS no es una alianza antioccidental, sino que actúa como un “reformador” que impulsa reformas incrementales hacia un orden internacional más equitativo e inclusivo. A través de la cooperación funcional, como el Nuevo Banco de Desarrollo (New Development Bank – NDB), el Acuerdo de Reserva Contingente (Contingent Reserve Arrangement – CRA) y los sistemas de liquidación en moneda local, el mecanismo BRICS ha mejorado la autonomía económica y la voz institucional de los países en desarrollo. En el futuro, el BRICS seguirá colaborando con los países del Sur global, fomentando el surgimiento de un orden multipolar. Aprovechará las ventajas comparativas en materia de desarrollo sostenible, transición ecológica y gobernanza digital para forjar una vía de desarrollo colaborativo basada en el concepto de una “comunidad con un futuro compartido para la humanidad”.

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Palavras-chave traduzidas

BRICS, Construção estratégica, Geopolítica

Citação

YI, Shen; XIAOCHEN, Hou. Strategic construction of Brics countries from a geopolitical perspective. Revista Tempo do Mundo. Rio de Janeiro, n. 38, p. 543-566, ago. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm38art19

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