Publicação: Notas sobre políticas de emprego
Carregando...
Arquivos
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Brasil
Países da OCDE
Países da OCDE
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
Licença Padrão Ipea: é permitida a reprodução e a exibição para uso educacional ou informativo, desde que respeitado o crédito ao autor original e citada a fonte (http://www.ipea.gov.br). Permitida a inclusão da obra em Repositórios ou Portais de Acesso Aberto, desde que fique claro para os usuários os termos de uso da obra e quem é o detentor dos direitos autorais, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Proibido o uso comercial ou com finalidades lucrativas em qualquer hipótese. Proibida a criação de obras derivadas. Proibida a tradução, inclusão de legendas ou voz humana. Para imagens estáticas e em movimento (vídeos e audiovisuais), ATENÇÃO: os direitos de imagem foram cedidos apenas para a obra original, formato de distribuição e repositório. Esta licença está baseada em estudos sobre a Lei Brasileira de Direitos Autorais (Lei 9.610/1998) e Tratados Internacionais sobre Propriedade Intelectual.
Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 471: Notas sobre políticas de emprego, Notes on employment policies
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Neste texto são discutidas as políticas de emprego mais utilizadas hoje no mundo. Os dados e as experiências analisadas referem-se, na maioria dos casos, aos países da OCDE, ainda que sejam realizadas algumas referências ao caso brasileiro. As políticas de formação profissional e elevação do nível educacional, talvez a mais popular das medidas contra o desemprego, parecem não ser uma panacéia. As estatísticas sugerem que todo o sistema educacional e de formação é eficaz em conjunturas de crescimento e onde sua articulação com as firmas é estreita (caso da Alemanha). Essa ausência de articulação pode gerar elevadas taxas de desemprego entre os jovens, ainda que possuam escolaridade elevada (casos da Itália e da Espanha). Os subsídios à contratação de grupos sociais vulneráveis (jovens, mulheres, adultos com escassa formação, etc.) parecem ter efeitos de substituição de mão-de-obra que tornam pouco eficazes os recursos aplicados. Estratégias que combinem políticas passivas e ativas focalizadas, setorial ou geograficamente, em que os processos de reestruturação são importantes parecem eficazes para reduzir os custos sociais. Os estudos de caso realizados sobre os projetos de apoio aos pequenos empreendimentos não parecem indicar que sejam grandes dinamizadores do emprego. Contratos de trabalho não-convencionais (emprego a tempo parcial e temporário) para gerar empregos parecem, segundo as pesquisas, ser demandados por parte da população (especialmente jovens e mulheres), existindo uma certa correlação, positiva, entre o nível de renda de um país e essas demandas. Setorialmente, os segmentos associados ao trinômio lazer — educação — saúde parecem ser os mais férteis em termos de geração de empregos. Dados da OCDE e do Brasil sugerem as potencialidades de uma política que privilegie esses setores.
