Publicação: Complex asymmetry : a comparative perspective on China's relations with Africa and Latin America
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Assimetria complexa : uma perspectiva comparada das relações da China com a África e a América Latina, Asimetría compleja : una perspectiva comparada sobre las relaciones de China con África y América Latina
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Resumo
As relações da República Popular da China (RPC) com os países em desenvolvimento – que têm sido enfatizadas como a pedra angular de suas relações externas globais – têm percorrido muitos caminhos e assumido distintas características devido à diversidade própria dos países em desenvolvimento. Isso se faz notar particularmente nas relações da China com a África e a América Latina, os dois continentes que abrigam os principais países em desenvolvimento. As relações da China com os países africanos iniciaram-se mais cedo e são mais tradicionais do que as relações com os países latino-americanos, e ambas revelam características assimétricas. Embora as políticas chinesas para com os dois continentes sejam idênticas hoje, verifica-se que as relações com a América Latina têm evoluído rapidamente e se tornado mais robustas e substanciais comparativamente ao que se observa com os países africanos, gerando uma nova assimetria. Tais mudanças demonstram que as preocupações centrais nas relações exteriores da China estão mudando. Mais do que isso, indicam que as futuras relações bilaterais não serão moldadas apenas pelo par chinês, mas igualmente pelos outros pares de tais relações bilaterais. As relações sino-latino-americanas aparentam ter maior potencial comparativamente às relações
com países africanos.
Resumo traduzido
The relations of the People’s Republic of China (PRC) with developing countries, which has always been emphasized as the corner stone of its overall foreign relations, have witnessed different roads and revealed different features due to the diversity with developing countries. These are remarkably seen in China’s relations with Africa and Latin America, the two continents with major developing countries. China’s relations with African countries started earlier and had stronger background than its relations with Latin American countries and the two bilateral relations revealed asymmetrical features. Though China’s policies toward the two continents are identical today China-Latin American relations are catching up very fast and are becoming more robust and substantial than those with African countries, leading to a new asymmetry. These changes demonstrate the major concern in China’s foreign relations are changing. More importantly it indicates the future bilateral relations will not only be shaped by the Chinese side alone but equally by the other sides of these bilateral relations. Sino-Latin American relations seem to enjoy bigger potential than those with African countries.
