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A Política de festivais culturais de Belo Horizonte : análise dos impactos socioeconômicos e simbólicos do FIT-BH

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Abstract

Este estudo pretende promover uma reflexão crítica sobre o papel das políticas públicas na realização de festivais culturais, assim como a importância econômica, social e política desses eventos para a cidade e para as práticas culturais dos indivíduos. Toma-se a cidade de Belo Horizonte como estudo de caso, mais especificamente os festivais culturais promovidos pelo poder público local. São eles: o Festival Internacional de Teatro, Palco & Rua de Belo Horizonte (FIT-BH), criado em 1994; o Festival de Arte Negra (FAN), criado em 1995; o Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte (FIQ-BH), criado em 1999; e o Festival Literário Internacional de Belo Horizonte (FLI-BH), criado em 2014. O foco da investigação fundamenta-se na reflexão sistemática sobre a escolha da cidade em desenvolver uma política de festivais como forma de fomento público à cultura.

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Políticas públicas, economia criativa e da cultura
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2020) Silva, Frederico Augusto Barbosa da ; Ziviani, Paula
Esta publicação reúne os textos que compõem o resultado final da pesquisa realizada no contexto do projeto Políticas Públicas, Economia Criativa e da Cultura. O propósito é ampliar o conhecimento do campo da economia criativa, da economia simbólica da cultura, dos eventos culturais e seus impactos socioeconômicos e institucionais. O projeto tem como intenção promover a reflexão sobre questões relacionadas às políticas públicas culturais – especialmente as que se referem aos eixos temáticos da economia criativa, das artes e da economia simbólica dos eventos –, assim como explorar as várias dimensões do campo das relações entre cidade e cultura a partir de pesquisas que abordem tais temas. Para tanto, foram realizadas, em paralelo, quatro pesquisas em cidades distintas, a saber: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Buenos Aires (Argentina) e São Paulo (SP).

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