Indústria

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  • Livro
    SIS : estudo setorial : fertilizantes
    (Ipea, 1981-10-05) Panariello, Marcos Reginaldo; Marcos Reginaldo Panariello
    Informações Setoriais 52
    O texto apresenta um estudo setorial preliminar elaborado como parte dos trabalhos preparatórios para a Consolidação Plurianual de Programas de Governo (1982–1985), com foco no setor de fertilizantes. Após uma introdução técnica e uma síntese geral, o documento analisa a demanda por fertilizantes finais, seguida por uma avaliação da oferta no período de 1975 a 1980, detalhando os principais produtos. Em seguida, examina-se o abastecimento interno projetado para a década de 1981 a 1990 e são destacados os requisitos necessários para alcançar a autossuficiência na produção de fertilizantes. O estudo também aborda a situação dos principais projetos em andamento e encerra com conclusões, além de apêndices estatísticos e metodológicos. Sua elaboração contou com a colaboração de diversas instituições do setor e foi conduzida por uma equipe técnica especializada.
  • Publicação
    Sector-differentiated tax exemptions in investment networks
    (Ipea, 2026-04) Thiago Sevilhano Martinez; Orrillo, Miguel; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Thiago Martinez; Miguel Orrillo
    DP 3197
    We analyze sector-differentiated subsidies in production and investment net works. Our work expands Liu’s (2019) model of industrial policy in production networks to include the investment goods network of the economy. We show how Liu’s main theoretical results must be modified when two distinct networks connect the economy’s sectors. Then, we present two applications of this theory to Brazil. Our first finding is that incorporating the investment network leads to changes in the position of sectors that produce investment goods and services in the sectoral priority ranking for incentives. For our second application, we analyze the impact of sector-differentiated federal tax exemptions in Brazil in 2019, estimated at R$ 265 billion, or 3.6% of Brazil’s GDP. We calculate that the impact of these subsidies on aggregate income was nearly zero. However, in a counterfactual scenario where sub sidies are redistributed among sectors based on the theory-derived ranking, income increases by up to 1.7% within the investment-augmented production network.
  • Publicação
    Desenvolvimento de sistemas de cadeias de alimentos frigorificados para o Brasil : avaliação preliminar
    (Ipea, 1972-08) Instituto de Planejamento Econômico e Social; Arthur D. Little Foundation; Instituto de Planejamento Econômico e Social; Arthur D. Little Foundation
    Levanta a capacidade de armazenagem a frio no Brasil, sugere medidas para sua expansão, propõe a localização de novas unidades, sugere plantas modernas para instalação e sistemas próprios de transporte. Apresenta um levantamento preliminar e breve crítica do sistema de armazenamento a frio existente, bem como informações sobre melhoria, expansão e programas de trabalho.
  • Publicação
    O Uso do poder de compra do Estado nas políticas industriais : experiências de China e Índia e reflexões para o Brasil
    (Ipea, 2025-10) Reis, Pabline Araújo; Claudio Roberto Amitrano; Lima, Pedro Garrido da Costa; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Pabline Araújo Reis; Mauro Oddo Nogueira; Hiratuka, Celio; Claudio Roberto Amitrano; Lima, Pedro Garrido da Costa
    Mestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Sexta Turma
    Esta dissertação analisa o uso do poder de compra do Estado como instrumento de política industrial em países em desenvolvimento que não aderiram ao Acordo sobre Compras Governamentais da Organização Mundial do Comércio, partindo da premissa de que as compras públicas constituem um dos principais mecanismos para direcionar a demanda e estimular setores produtivos estratégicos. O estudo compara as experiências da China e da Índia, destacando como esses países utilizam o poder das compras públicas para promover a inovação, fortalecer setores produtivos domésticos e articular políticas industriais com objetivos de desenvolvimento tecnológico e social. Na China, observa-se o uso coordenado das contratações públicas com políticas de inovação e atração de investimentos, voltadas à consolidação de cadeias produtivas nacionais. Na Índia, o foco recai sobre setores estratégicos, infraestruturas para a indústria e acesso de pequenas e médias empresas. A análise evidencia que, ao preservar autonomia sobre suas políticas de compras, esses países ampliaram sua capacidade de planejamento industrial e inovação. O estudo também analisa a evolução das políticas de compras públicas do Brasil e seu marco institucional e aponta reflexões extraídas experiências internacionais para o contexto brasileiro.
  • Livro
    A Industrialização do Nordeste : a economia regional
    (Ipea, 1971) Goodman, David Edwin; Albuquerque, Roberto Cavalcanti de; Instituto de Planejamento Econômico e Social; David E. Goldman; Roberto Cavalcanti de Albuquerque
    Analisa o desempenho da economia do nordeste do Brasil; propicia uma visão de conjunto de suas principais características e uma breve discussão de sua problemática atual de desenvolvimento que sirvam de quadro de referência para estudo mais sistemático do processo de industrialização regional deflagrado pelo mecanismo dos incentivos fiscais e financeiros em vigor, nos últimos dez anos. O presente volume compreende uma análise macro setorial da economia nordestina com ênfase nos anos 60. Inicia apresentando uma síntese das principais conclusões a que os autores chegaram, e que são mais detalhadas nos capítulos seguintes.
  • Livro
    Proposta de estudo sobre integração das agroindústrias da cana-de-açúcar nos estados : parte do Mercosul
    (Ipea, 1992) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
    Faz uma síntese das vantagens e desvantagens da integração das agroindústrias de cana-de-açúcar nos países do Mercosul
  • Livro
    A Questão da agro-indústria : unidade 8(c)
    (Ipea, 1991) Zylbersztajn, Decio.; Farina, Elizabeth Maria Mercier Querido; Décio Zylbersztajn; Elizabeth M.M.Q. Farina
    Analisa o potencial do setor agro-industrial, considerando a adequação deste setor à realidade da nova ordem econômica de integração em blocos. Explica a necessidade deste novo comportamento mundial de formação de blocos econômicos, verificando a importância da integração da América Latina, como fator de estabilidade e desenvolvimento.
  • Livro
    Caracterização das decisões logísticas de curto prazo de firmas comerciais e industriais
    (Ipea, 1987-04) Swait Junior, Joffre Dan; Instituto de Planejamento Econômico e Social; Joffre Dan Swait Jr.
    Textos para Discussão. Grupo de Energia 41
    Caracteriza a influência que os atributos técnicos e econômicos dos modos de transporte têm sobre as decisões logísticas de curto prazo de firmas comerciais e industriais. Investiga a relação entre estoque e transporte em função do tipo de mercadoria, natureza da operação comercial, destino e outros. Utiliza os dados do CIVI (Comércio Interestadual por Vias Internas), do IBGE, referentes a 1980 para a cidade do Rio de Janeiro.
  • Livro
    Uma Avaliação do programa CONSERVE : indústria
    (Ipea, 1985-04) Behrens, Alfredo; Instituto de Planejamento Econômico e Social; Alfredo Behrens
    Visando apreciar o desempenho do Programa após três anos de sua implementação, interpreta as realizações do CONSERVE à luz dos dados e informações levantados nos meses de janeiro e março de 1984 no BNDES, responsável pela gerência dos recursos do Programa quando utilizados para conservação ou substituição de energia em estabelecimentos industriais.
  • Publicação
    Nota explicativa : Conceitos básicos das pesquisas de inovação.
    (Ipea, 2005) Araújo, Rogério Dias de; Rogério Dias de Araújo
    Apresenta os principais conceitos utilizados nas pesquisas de inovação, especialmente aqueles adotados pela Pintec 2000 e pela pesquisa europeia CIS3, ambos fundamentados no Manual de Oslo. São definidos os tipos de inovação tecnológica, abrangendo produtos e processos novos ou significativamente aperfeiçoados, bem como suas condições de caracterização e exclusões, como mudanças meramente estéticas ou rotineiras. O texto detalha também os conceitos de atividades inovativas, pesquisa e desenvolvimento (P&D), aquisição externa de P&D, aquisição de conhecimentos tecnológicos, compra de máquinas e equipamentos voltados à inovação, treinamento para implementação de melhorias tecnológicas, introdução de produtos inovadores no mercado e processos de cooperação tecnológica entre empresas e instituições. A nota funciona como base conceitual para a interpretação dos dados de inovação utilizados no livro, garantindo alinhamento metodológico internacional e clareza na classificação das atividades inovativas.
  • Publicação
    Introdução : Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras
    (Ipea, 2005) De Negri, João Alberto; Salerno , Mario Sergio; João Alberto De Negri; Mario Sergio Salerno
    Apresenta o contexto, os objetivos e a motivação do projeto que deu origem ao livro, ressaltando a necessidade de uma análise abrangente sobre as estratégias competitivas das firmas industriais brasileiras diante da abertura econômica e das transformações estruturais recentes. Os autores explicam que a iniciativa surgiu das discussões sobre a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) e especialmente da percepção de Antônio Barros de Castro sobre a ausência de estudos sistemáticos sobre estratégias empresariais no país. A introdução descreve o esforço conjunto do Ipea e de diversas instituições, destacando a integração inédita de múltiplas bases de microdados (Pintec, PIA, Rais, Secex, CEB, CBE, ComprasNet), sempre preservando o sigilo estatístico rigoroso. Também apresenta os eixos temáticos do livro, que incluem análise das categorias de firmas, impactos da inovação sobre emprego e salários, padrões de internacionalização, desigualdades regionais, estratégias setoriais e cooperação tecnológica, além de situar o capítulo metodológico como eixo estruturante da obra. A introdução reforça que o projeto buscou fornecer subsídios qualificados a políticas públicas e aprofundar a compreensão da dinâmica competitiva da indústria brasileira.
  • Publicação
    Tipologia das firmas integrantes da indústria brasileira
    (Ipea, 2005) De Negri, João Alberto; Freitas, Fernando; Costa, Gustavo; Silva , Alan; Alves, Patrick; Alves, Patrick Franco; João Alberto De Negri; Fernando Freitas; Gustavo Costa; Alan Silva; Patrick Alves
    Apresenta e justifica uma tipologia de firmas da indústria brasileira baseada em padrões de competição e desempenho, partindo do pressuposto de que a inovação tecnológica é central para a diferenciação de produtos e para vantagens competitivas. Inicialmente, define três categorias analíticas: (a) firmas que inovam e diferenciam produtos, (b) firmas especializadas em produtos padronizados e (c) firmas que não diferenciam produtos e exibem menor produtividade. Em seguida, descreve o banco de dados integrado organizado pelo Ipea a partir de microdados de diversas fontes (IBGE, MTE, Bacen, Secex/MDIC, entre outras) e detalha os procedimentos de classificação usando a Pintec 2000, com seleção de “indicadores líderes” (inovação de produto novo para o mercado, condição exportadora e preço‑prêmio nas exportações, além de produtividade/eficiência) e verificação de consistência por testes estatísticos, análise discriminante e agrupamentos. Por fim, estende a tipologia para uma série temporal maior ao classificar firmas com base na PIA (1996–2002), estimando a probabilidade de inovação por modelo probabilístico/matching (propensity score) quando a informação direta de inovação não está disponível, e conclui que a classificação obtida é coerente com a teoria e útil para diagnósticos e políticas industrial, tecnológica e de comércio exterior.
  • Publicação
    Perfil da inovação na indústria brasileira : uma comparação internacional
    (Ipea, 2005) Viotti, Eduardo B.; Baessa, Adriano Ricardo; Koeller, Priscila; Eduardo B. Viotti; Adriano Ricardo Baessa; Priscila Koeller
    Apresenta uma análise detalhada do perfil da inovação na indústria brasileira no período de 1998 a 2000, utilizando dados da Pintec e comparando-os com resultados da CIS3, pesquisa equivalente aplicada na União Europeia. Os autores demonstram que o Brasil possui taxa de inovação significativamente inferior à de países europeus, com forte predominância de inovações de processo e baixa proporção de inovações de produto voltadas ao mercado. Evidencia-se que o sistema inovativo brasileiro é marcado por baixa intensidade de P&D, reduzida utilização de P&D externo e forte dependência da aquisição de máquinas e equipamentos, sugerindo um padrão de aprendizado tecnológico “passivo” e imitador. A análise também mostra diferenças marcantes entre empresas de capital nacional e estrangeiro, bem como entre setores tecnológicos, destacando a maior propensão inovadora de segmentos mais avançados. O estudo revela ainda fragilidades na cooperação tecnológica, baixo envolvimento de universidades e institutos de pesquisa, elevados custos percebidos para inovar e pouca participação do financiamento público no apoio às atividades inovativas. Conclui-se que o Brasil enfrenta limitações estruturais em seu sistema de inovação, exigindo políticas específicas, maior sinergia entre empresas e instituições de pesquisa e fortalecimento dos setores de maior intensidade tecnológica.
  • Publicação
    Inovação na indústria de alimentos no Brasil : identificação dos principais fatores determinantes
    (Ipea, 2005) Junia Cristina Peres Rodrigues da Conceição; Almeida, Mansueto; Júnia Cristina P. R. da Conceição; Mansueto Almeida
    Analisa os determinantes da inovação na indústria de alimentos e bebidas no Brasil, em um contexto marcado pela abertura comercial, estabilidade macroeconômica e intensificação da concorrência nos anos 1990. Os autores discutem como fatores microeconômicos das firmas — como tamanho, produtividade, capital controlador, escolaridade dos trabalhadores e esforços em P&D —, combinados ao comportamento do consumidor interno, influenciam a adoção de inovações de produto e processo. A revisão de literatura evidencia que mudanças nos hábitos alimentares, maior exigência por qualidade e segurança, além da ampliação da renda da classe C, impulsionaram práticas inovativas. Utilizando dados da Pintec e modelos econométricos, o estudo demonstra que inovação no setor é predominantemente incremental e centrada em processos, especialmente entre firmas padronizadas ou de menor produtividade, enquanto as empresas que inovam e diferenciam produtos apresentam maior probabilidade de inovar e recorrer a cooperação. O trabalho também revela o papel estratégico da distribuição e da reestruturação do varejo, mostrando que aspectos logísticos e o crescimento do pequeno varejo influenciaram fortemente a competitividade das firmas domésticas frente às multinacionais. O capítulo conclui que o mercado interno exerce papel central para estimular a inovação no setor e que políticas públicas voltadas à renda, qualidade e acesso ao pequeno varejo podem fortalecer o dinamismo inovativo da indústria agroalimentar brasileira.
  • Publicação
    Inovação tecnológica na indústria brasileira
    (Ipea, 2005) Koeller, Priscila; Baessa, Adriano Ricardo; Priscila Koeller; Adriano Ricardo Baessa
    Analisa as características do processo inovativo na indústria brasileira a partir dos dados da Pintec e da categorização das empresas segundo seu grau de diferenciação de produtos, buscando relacionar estratégias tecnológicas com os tipos de inovação implementados. Amparados no referencial neo‑schumpeteriano, os autores discutem como fatores como tamanho da firma, trajetória tecnológica, ambiente competitivo e interação com outros atores influenciam as estratégias de busca e seleção de inovações. O estudo evidencia que empresas que inovam e diferenciam produtos apresentam maior esforço inovador, maior intensidade em P&D contínuo e maior capacidade de cooperação, contrastando com firmas especializadas em produtos padronizados ou em não diferenciados, que tendem a estratégias defensivas ou imitadoras, com forte dependência da aquisição de máquinas e equipamentos. O capítulo também ressalta o papel das fontes de informação, da formação de arranjos cooperativos e da integração entre empresas, universidades e institutos de pesquisa, identificando diferenças expressivas entre categorias e estratégias de inovação. Por fim, aponta que a compreensão dessas relações é essencial para orientar políticas industriais e tecnológicas voltadas ao fortalecimento da capacidade inovadora e ao aumento da competitividade das firmas industriais brasileiras.
  • Publicação
    Arranjos cooperativos e inovação na indústria brasileira
    (Ipea, 2005) Cassiolato, José Eduardo; Britto, Jorge Nogueira de Paiva; Varga, Marco Antonio; José Eduardo Cassiolato; Jorge Nogueira de Paiva Britto; Marco Antonio Varga
    Analisa os arranjos cooperativos voltados à inovação na indústria brasileira com base nos dados da Pintec 2000, investigando como empresas de diferentes portes e características estruturais desenvolvem práticas de cooperação e quais impactos isso gera sobre seu desempenho inovador. Os autores discutem o papel das interações entre firmas, universidades, institutos de pesquisa e demais agentes, destacando a baixa intensidade de cooperação no país, especialmente em atividades de maior conteúdo tecnológico, e apontando fortes diferenças setoriais e estruturais que moldam essas relações. Também analisam fatores determinantes da cooperação, como porte das empresas, fontes de informação utilizadas e intensidade de esforços em P&D, mostrando que firmas que cooperam tendem a apresentar melhores resultados em faturamento, exportações, produtividade e capacidades tecnológicas. O estudo enfatiza a necessidade de políticas públicas mais eficazes, com foco no fortalecimento dos sistemas produtivos e inovativos locais, maior coordenação institucional e promoção de interações que ampliem a capacidade competitiva e inovadora das empresas brasileiras.
  • Publicação
    Inovações tecnológicas e exportações afetam o tamanho e a produtividade das firmas manufatureiras ? Evidências para o Brasil
    (Ipea, 2005) Arbache, Jorge Saba; Jorge Saba Arbache
    Investiga, com base em um banco de dados inédito do setor manufatureiro brasileiro, se as inovações tecnológicas e as exportações influenciam o tamanho e a produtividade das firmas. Utilizando dados da PIA, Pintec, Rais, Secex e CEB, o estudo analisa tanto a associação estatística entre inovação, P&D, exportação e desempenho, quanto a direção da causalidade, tratando problemas de auto‑seleção por meio de um método de contrafactual baseado em clusters de firmas semelhantes. Os resultados mostram que inovações de produto, investimentos em P&D e maior inserção internacional estão fortemente associados a maiores níveis de produtividade, valor da transformação industrial e crescimento das empresas. Evidências apontam também que firmas que inovam ou exportam tendem a apresentar taxas de expansão superiores às de firmas que não o fazem, sugerindo efeitos genuínos de aprendizado e competitividade. Por fim, o capítulo discute implicações de política, defendendo que estratégias baseadas em inovação, P&D e exportações são fundamentais para elevar a competitividade industrial e o crescimento econômico sustentado no Brasil.
  • Publicação
    Empresas estrangeiras em espaços periféricos : o caso brasileiro.
    (Ipea, 2005) Lemos, Mauro Borges; Domingues, Edson Paulo; Ruiz, Ricardo Machado; Moro, Sueli; Mauro Borges Lemos; Edson Paulo Domingues; Ricardo Machado Ruiz; Sueli Moro
    Examina a distribuição espacial das empresas estrangeiras na indústria brasileira, comparando-a à das firmas nacionais e analisando os fatores que determinam sua localização. Por meio de métodos de Análise Espacial (Esda) e estatísticas LISA, os autores identificam aglomerações industriais estrangeiras, avaliando sua intensidade, dinâmica territorial e integração com empresas nacionais. Os resultados revelam forte concentração das firmas estrangeiras nas regiões Sul e Sudeste — especialmente no eixo São Paulo–Campinas–São José dos Campos — e mostram que tais empresas tendem a ocupar espaços de maior renda, melhor infraestrutura urbana e maior qualificação da mão de obra. O estudo diferencia Aglomerações Industriais Espaciais Estrangeiras (AIEEs), Aglomerações Industriais Locais (AILEs) e Enclaves Industriais (EIEs), destacando que apenas 11 AIEEs concentram mais de 80% do VTI estrangeiro do país. A análise também evidencia padrões distintos de inserção externa e de preferências locacionais entre nacionais e estrangeiras, discutindo implicações para políticas regionais e industriais, sobretudo no tocante à fragmentação territorial, à concentração de alto valor agregado e à necessidade de coordenação entre políticas de desenvolvimento e política industrial
  • Publicação
    Espaços preferenciais e aglomerações industriais
    (Ipea, 2005) Lemos, Mauro Borges; Ruiz, Ricardo Machado; Moro, Sueli; Domingues, Edson Paulo; Mauro Borges Lemos; Ricardo Machado Ruiz; Sueli Moro; Edson Paulo Domingues
    Analisa os padrões de localização das empresas industriais brasileiras, buscando identificar como diferentes categorias de firmas — aquelas que inovam e diferenciam produtos, as especializadas em produtos padronizados e as que não diferenciam produtos e possuem produtividade menor — se distribuem pelo território nacional e interagem com características regionais como infraestrutura urbana, qualificação da mão-de-obra, custos de transporte e estrutura produtiva local. Utilizando técnicas de econometria espacial e modelos hierárquicos, o estudo evidencia os determinantes das aglomerações industriais, destacando forças centrípetas e centrífugas, spillovers produtivos e padrões de especialização territorial. Os resultados mostram forte associação espacial entre firmas inovadoras e especializadas, ao passo que empresas de baixa produtividade tendem à dispersão, revelando a fragmentação do espaço econômico brasileiro e fornecendo subsídios importantes para políticas industriais e regionais que busquem reduzir desigualdades e fortalecer cadeias produtivas locais.
  • Publicação
    A Organização territorial da indústria no Brasil
    (Ipea, 2005) Lemos, Mauro Borges; Moro, Sueli; Domingues, Edson Paulo; Ruiz, Ricardo Machado; Mauro Borges Lemos; Sueli Moro; Edson Paulo Domingues; Ricardo Machado Ruiz
    Analisa a distribuição espacial da indústria no Brasil, discutindo como a industrialização produziu um padrão territorial historicamente concentrado e hierárquico, com centralidade de São Paulo, ao mesmo tempo em que políticas estatais e investimentos em infraestrutura estimularam movimentos de desconcentração; metodologicamente, os autores constroem uma base municipal georreferenciada combinando dados industriais (PIA/Pintec) e indicadores socioeconômicos e aplicam Análise Exploratória de Dados Espaciais (ESDA) para identificar autocorrelação e aglomerações industriais; os resultados indicam poucas aglomerações industriais espaciais relevantes (AIEs) e forte concentração do produto industrial em corredores do Sul-Sudeste, além de aglomerados localizados e enclaves em outras regiões; por fim, o texto discute implicações para a coordenação entre política industrial e política regional, propondo linhas de ação voltadas à integração produtiva e ao desenvolvimento territorial em áreas com menor densidade industrial.
REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
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