Publication: Aspectos da comercialização agrícola na Zona da Mata de Minas Gerais
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Zona da Mata - Minas Gerais - Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O estudo aborda diversos aspectos da comercialização na Zona da Mata, analisando a estacionalidade de preços agropecuários, as margens de comercialização, o mercado atacadista de frutas, a comercialização de insumos agrícolas e o comércio madeireiro. A análise da variação sazonal de preços revela que produtos com períodos de colheita definidos apresentam maior variação. Diferenças nas margens de comercialização são observadas tanto para diferentes mercados quanto para produtos diversos, associadas aos serviços dos intermediários. O mercado atacadista de frutas é considerado pouco desenvolvido, com desafios na classificação, padronização, armazenamento e embalagem. Importações de frutas cítricas de outras regiões são notadas, enquanto manga e abacate são exportados para o Rio de Janeiro e Guanabara. Insumos agropecuários, em grande parte, são provenientes de fora da região, com dificuldades de acesso para agricultores em muitos municípios. A margem de comercialização varia entre cooperativas e empresas particulares. Quanto ao comércio madeireiro, a Zona da Mata funciona como exportadora e importadora, com mais volume importado. Os autores sugerem estímulo à expansão da indústria de serraria como oportunidade para os empresários rurais. O estudo conclui com sugestões e recomendações para aprimorar a comercialização agrícola na região.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
PANIAGO, Euter; RIBON, Miguel. Aspectos da comercialização agrícola na Zona da Mata de Minas Gerais. In: PANIAGO, Euter; RIBON, Miguel; SILVA, Sebastião Moreira Ferreira da; TEIXEIRA FILHO, Antônio Raphael. Estudos sobre uma região agrícola: Zona da Mata de Minas Gerais. Brasília: Ipea, 1973. v. 2. (Monografia; 11). p. 21-103. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/12627/1/cap1_aspectos_da_comercializacao.pdf
