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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 36, n. 03, dez. 2006

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Resumo

quisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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Desemprego e qualificação : uma análise dos efeitos idade, período e coorte
Transporte, eficiência e desigualdade regional : avaliação com um modelo CGE para o Brasil
Convergência de salários entre as regiões metropolitanas brasileiras : custo de vida e aspectos de demanda e oferta de trabalho
Padrões espacial e setorial da evolução da informalidade no período 1991-2005
Os Efeitos do aumento da licença-maternidade sobre o salário e o emprego da mulher no Brasil
Dinâmica da conta de transações correntes do Brasil : avaliação do modelo básico da abordagem intertemporal
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4338
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5054
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4093
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3795
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4377
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3370
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3369

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Publicação
Desemprego e qualificação : uma análise dos efeitos idade, período e coorte
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2006-12) Reis, Maurício Cortez; Gonzaga, Gustavo
As evidências mostram que houve uma redução da taxa de desemprego dos trabalhadores mais qualificados em relação aos menos qualificados nos anos recentes no Brasil. Este artigo procura identificar se a evolução da taxa de desemprego por nível de qualificação ocorreu de forma diferenciada por coorte de nascimento. A metodologia utilizada consiste em implementar decomposições das diferenças das taxas de desemprego dos trabalhadores qualificados em relação aos não-qualificados e aos semiqualificados em componentes associados às características específicas das coortes de nascimento, ao ciclo da vida dos indivíduos (idade) e ao período. Seguindo a metodologia proposta por Deaton e Paxson (1994), essas decomposições são realizadas com dados das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios (PNADs) de 1981 a 1999. Os resultados mostram que o comportamento dos diferenciais de desemprego por nível de qualificação durante as décadas de 1980 e 1990 variou bastante por coorte de nascimento. Nas gerações mais novas, a taxa de desemprego dos trabalhadores qualificados diminuiu em relação aos não-qualificados e aos semiqualificados, mas o mesmo não foi observado para as coortes mais velhas.
Publicação
Transporte, eficiência e desigualdade regional : avaliação com um modelo CGE para o Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2006-12) Haddad, Eduardo Amaral
O objetivo deste artigo é triplo. Primeiramente, apresentamos uma estrutura analítica flexível, com embasamento teórico e empírico sólido e consistente, de forma a avaliar os prováveis efeitos espaciais, setoriais e sobre a renda de mudanças nas políticas de transporte no Brasil. Trata-se do primeiro modelo CGE interestadual totalmente operacional para a economia brasileira, baseado em trabalho anterior do autor e associados. Dentre as funcionalidades dessa estrutura analítica, a modelagem de economias de escala e de custos de transporte permitem que se trabalhe de forma inovadora e explícita com questões teóricas ligadas a sistemas regionais integrados. Os resultados aparentemente reforçam a necessidade de se melhor especificar as interações espaciais em modelos CGE inter-regionais. Em segundo lugar, para ilustrar a capacidade analítica do modelo CGE, apresentamos um conjunto de simulações que avaliaram o impacto regional de uma redução nos custos de transporte, em linha com medidas recentes de políticas públicas. Em vez de promover uma avaliação crítica dessas medidas, procuramos enfatizar seus prováveis impactos estruturais. Em terceiro lugar, diagnósticos anteriores sugeriram a necessidade de se aprofundar a análise dos fluxos de comércio interestadual, podendo levar a generalizações em relação ao tipo de comércio envolvido, às mudanças em sua composição à medida que a economia brasileira se desenvolve e às implicações dessas diferenças sstruturais na coordenação e implementação de políticas de desenvolvimento. Para dar conta dessa questão, tratamos adequadamente o comércio inter-regional ao considerarmos um sistema de contas interestadual plenamente especificado especialmente desenvolvido com o propósito de calibrar o modelo CGE.
Publicação
Convergência de salários entre as regiões metropolitanas brasileiras : custo de vida e aspectos de demanda e oferta de trabalho
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2006-12) Menezes, Tatiane Almeida de; Azzoni, Carlos Roberto
A desigualdade salarial entre as pessoas de diferentes regiões pode ser explicada por três fatores. Do ponto de vista da oferta de trabalho, níveis salariais maiores em uma região podem ocorrer devido a seus habitantes terem maior instrução e, por conseguinte, melhor inserção no mercado de trabalho. Pelo lado da demanda, as desigualdades salariais podem dever-se a diferenças na estrutura produtiva, nas instituições e no acesso à tecnologia. A terceira linha de raciocínio argumenta que as diferenças salariais entre regiões buscam compensar diferenciais de custo de vida e amenidades. Neste trabalho, esses três fatores são considerados na análise da dinâmica da desigualdade salarial entre as regiões metropolitanas (RMs) brasileiras. Utiliza-se uma estrutura de dados em painel a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), agregados por faixas de idade para as nove RMs. Estima-se um modelo de convergência controlando por efeito fixo. Conclui-se que o diferencial de custo de vida, embora relevante, não é capaz, individualmente, de explicar os diferenciais de renda salarial. No que diz respeito às demais fontes, encontra-se que aspectos relacionados à demanda (características regionais) e à oferta de trabalho (capital humano) apresentam papel acentuado na dinâmica das desigualdades regionais.
Publicação
Padrões espacial e setorial da evolução da informalidade no período 1991-2005
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2006-12) Ramos, Lauro Roberto Albrecht; Ferreira, Valéria
O objetivo deste artigo é examinar a evolução da informalidade no mercado de trabalho brasileiro no período pós-abertura comercial, destacando suas dimensões espacial e setorial. A utilização das informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) permite identificar uma clara dicotomia entre o ocorrido nas regiões metropolitanas (RMs) – em particular as cobertas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), nas quais a informalidade cresceu muito – e no restante do país, onde a informalidade diminuiu. A combinação desses dois padrões resultou em uma leve redução do grau de informalidade em plano nacional nos anos extremos, com poucas oscilações ao longo do período. Outro resultado interessante é que o propalado papel da mudança de estrutura ocupacional, ditado pelo processo de terceirização de várias atividades da indústria, não foi o único fator importante para explicar o aumento da informalidade metropolitana. Na verdade, o expressivo aumento da informalidade dentro do próprio segmento industrial aponta para a disseminação de uma “cultura da informalidade” no meio metropolitano, que seria o principal responsável para a explicação daquele aumento. Por fim, a indústria também é ilustrativa das diferenças na evolução da informalidade, haja vista que, enquanto a incidência de vínculos informais cresceu de forma expressiva nas grandes metrópoles, segundo tanto a PME quanto a Pnad, nas áreas não-metropolitanas observa-se que houve até uma redução apreciável.
Publicação
Os Efeitos do aumento da licença-maternidade sobre o salário e o emprego da mulher no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2006-12) Carvalho, Sandro Sacchet de; Firpo, Sérgio Pinheiro; Gonzaga, Gustavo; Assunção, Juliano (Comentários e sugestões)
Este artigo tem como objetivo estimar os efeitos da mudança na legislação de licença-maternidade sobre os salários e o emprego da mulher no Brasil. Em particular, analisamos os impactos da elevação do período de licença de 12 semanas para 120 dias, determinada pela Constituição Federal de 1988. De acordo com a literatura teórica, o efeito do aumento do período de licença é ambíguo. É de se esperar, por um lado, que esse aumento tenha efeitos negativos sobre a demanda por trabalho, na medida em que eleva o custo dos empregadores. Por outro, a nova legislação pode aumentar a oferta de trabalho e ter efeitos positivos sobre os salários ao evitar que as mulheres se retirem do mercado de trabalho cada vez que tenham um filho, preservando o capital humano específico dessas trabalhadoras acumulado à empresa. Utilizamos uma simples metodologia de diferenças em diferenças com base em dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1986 e 1991. Analisamos as variações nos salários e no emprego ocorridas entre os períodos antes e depois da Constituição de 1988, de mulheres em idade fértil (o grupo de tratamento) em relação a dois grupos de controle: homens na mesma faixa etária e mulheres em idade não-fértil. Os resultados mostram que o aumento da licença não teve impactos significativos sobre os salários. Também não foram encontrados indícios de que esse aumento tenha elevado a retenção das mulheres no mercado de trabalho, mesmo no caso das trabalhadoras mais educadas. Os resultados da extensão da licença para 120 dias sobre o emprego também foram insignificantes.

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