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Revista Tempo do Mundo (RTM): v. 3, n. 3, dez. 2011

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Titulo alternativo

The perspective of the world review (PWR), Tempo do Mundo, Perspective of the world

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Resumo

A Revista Tempo do Mundo é uma publicação internacional patrocinada pelo Ipea, órgão que integra a Presidência da República Federativa do Brasil. A revista contará com versões em português e inglês e foi idealizada para apresentar e promover os debates contemporâneos, com ênfase na temática do desenvolvimento, em uma perspectiva Sul – Sul. O campo de atuação é o da economia política, com abordagens plurais sobre as dimensões essenciais do desenvolvimento, como questões econômicas, sociais e relativas à sustentabilidade.

Resumo traduzido

The Perspective of the World is an international periodical sponsored by Ipea (Institute of Applied Economic Research), a body belonging to the Presidency of the Federative Republic of Brazil, and was designed to promote contemporary debates, emphasizing the theme of development from a South – South perspective. The goal is to formulate proposals for the development of public policies and to encourage international comparisons, focusing on the scope of political economy.

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O Desenvolvimento na América Latina depois da crise financeira de 2008
Notas sobre a aparente inflexão no discurso (de parcelas importantes) do mainstream da ciência econômica sobre políticas nacionais de crescimento econômico
A Reforma do Sistema Monetário Internacional
Uma Abordagem estruturalista das desigualdades de renda na China contemporânea
Governança supranacional : um desafio para a construção de estados resilientes e da paz
A Cooperação alemã para o desenvolvimento : contexto institucional e prioridades políticas
Uma investigação sobre a desigualdade na distribuição de renda e o endividamento dos trabalhadores norte-americanos dos anos 1980 aos anos 2000

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Publicação
O Desenvolvimento na América Latina depois da crise financeira de 2008
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-12) Prado, Antonio
Este artigo trata do contexto em que a crise financeira de 2008 chegou à América Latina e ao Caribe. A quebra do Lehman Brothers em 2008, seguida de uma crise de crédito, interrompe o período iniciado em 2002 de crescimento econômico com redução relevante da pobreza e da indigência e queda discreta da desigualdade. Isto gera uma apreensão sobre qual seria o grau de resiliência econômica e social da região à crise financeira. Devido à forte desaceleração em 2009, as taxas de desemprego subiram e as taxas de pobreza pararam de cair. Mas, logo no ano seguinte, há uma rápida recuperação, com o acionamento de políticas ativas na área monetária, creditícia e fiscal. Principalmente, houve uma preocupação em manter e até ampliar os gastos sociais e proteger os setores mais vulneráveis da crise. Esta estratégia foi bem-sucedida, e os indicadores sociais continuaram a melhorar em 2010 e 2011. A preocupação que permanece é que as taxas de pobreza e desigualdade, ainda elevadas, só poderão ser enfrentadas reduzindo-se a heterogeneidade estrutural que gera diferenças significativas de produtividade entre setores e afeta o processo distributivo e a qualidade dos empregos. Para esta redução são necessárias políticas orientadas para a convergência produtiva, com o apoio de políticas macroeconômicas adequadas e o crescimento dos investimentos públicos e privados.
Publicação
Notas sobre a aparente inflexão no discurso (de parcelas importantes) do mainstream da ciência econômica sobre políticas nacionais de crescimento econômico
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-12) Santos, Cláudio Hamilton Matos dos; Amitrano, Claudio Roberto
Este artigo aponta convergências significativas entre os discursos contemporâneos de parcelas importantes do mainstream (e.g. RODRIK, 2007; CGD, 2008) e do pensamento estruturalista latino-americano (CEPAL, 2010; BRASIL, 2003) – ainda que a “estratégia de crescimento” implícita nos textos latino-americanos apresente ênfases próprias, privilegiando fortemente a dinamização do mercado interno e o combate às desigualdades sociais, regionais e produtivas por meio de políticas fiscais redistributivas e da ação “desenvolvimentista” do Estado. Argumenta, ademais, que a citada convergência parece ter ocorrido “da direita para a esquerda” ou, de outro modo, que as referidas parcelas do mainstream recuaram do radicalismo do “consenso de Washington”, adotando posições menos distantes das defendidas pelos estruturalistas.
Publicação
A Reforma do Sistema Monetário Internacional
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-12) Ocampo, José Antonio
Este estudo argumenta em favor de uma reforma global, porém evolutiva, do atual sistema monetário internacional. Incluiria seis áreas: i) um sistema internacional de reservas baseado na emissão anticíclica a maior emissão da história de direitos especiais (DES) e também são a fonte de financiamento das linhas de crédito do Fundo Monetário Internacional (FMI); ii) mecanismos mais amplos de cooperação da política macroeconômica incluídos no FMI; iii) um sistema de taxa de câmbio entre os principais países, com base em um sistema de taxas de referência; iv) a regulamentação transfronteira das finanças; v) a disponibilização de adequado financiamento da balança de pagamentos durante as crises; e vi) o provimento de mecanismos internacionais adequados de renegociação da dívida. Isto deve ser acompanhado por uma reforma institucional, que incluiria, por sua vez: i) a transição do Grupo dos 20 (G20) para um órgão mais representativo, que deve fazer parte do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU); ii) uma reforma contínua das instituições de Bretton Woods, para tornar sua estrutura de votação mais coerente com a economia global contemporânea; e iii) uma arquitetura de múltiplas camadas, em que as instituições globais interajam com um conjunto mais denso de acordos regionais.
Publicação
Uma Abordagem estruturalista das desigualdades de renda na China contemporânea
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-12) Medeiros, Carlos Aguiar de; Morais, Isabela Nogueira de
Este artigo tem por objetivo analisar as transformações no perfil distributivo da China pós-reformas. O quadro social, caracterizado pela rápida redução da pobreza e pelo sério aumento das desigualdades (de renda e de acesso a bens públicos), será observado tendo por base elementos da estrutura econômica que a literatura estruturalista identifica como centrais na determinação da distribuição pessoal e funcional da renda. O artigo analisa, assim, o processo de desenvolvimento rural chinês (incluindo termos de troca e preços agrícolas), o perfil e a evolução da heterogeneidade setorial, as radicais transformações no funcionamento do mercado de trabalho urbano e as políticas migratórias.
Publicação
Governança supranacional : um desafio para a construção de estados resilientes e da paz
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-12) Sogge, David
Em lugares problemáticos, o trabalho vital de construção da paz e de Estados resilientes continua sendo desfeito pela fraca e distorcida governança em âmbito supranacional. Fluxos transnacionais de armas, narcóticos, pessoas, mercadorias perigosas e especialmente dinheiro influenciam decisivamente quem recebe o que, quando e como. A má distribuição de riqueza e de poder resultante pode mutilar as capacidades do Estado, corromper a política, deslegitimar lideranças e alimentar conflitos destrutivos. No entanto, apesar da alta prioridade dada aos Estados frágeis, as abordagens ocidentais e multilaterais não estão tomando estas questões inteiramente em consideração. Como resultado, há uma falta de coerência e de eficácia nos esforços de construção da paz e do Estado, os quais podem ser, inclusive, contraproducentes. Este artigo discute a governança e a autoridade pública supranacional em cinco áreas temáticas: i) sistemas financeiros; ii) segurança e armas de pequeno calibre; iii) migração; iv) indústrias extrativistas; e v) mercadorias nocivas. O controle público em todas as cinco é fraco, apesar de algumas iniciativas em governança supranacional apresentarem resultados promissores. Para cada área temática, o artigo delineia os atuais sistemas ou “regimes jurídicos” internacionais de regras e sua aplicação, os interesses que os orientam ou bloqueiam, e os déficits resultantes na supervisão democrática, na coerência e no cumprimento. Em todas as áreas temáticas, os problemas se manifestam de forma complexa e variam de acordo com o contexto. Para abordá-los, não há padrões disponíveis; deve-se prestar atenção aos contextos específicos e à elaboração de abordagens para adequá-los à situação. Ao mesmo tempo, um estudo comparativo mais detalhado pode produzir denominadores comuns e regras gerais. O artigo identifica alguns fatores comuns na governança supranacional que podem agravar a fragilidade do Estado ou melhorar sua resiliência. Uma questão que merece especial atenção é a atual arquitetura financeira global – fator central em todas as cinco áreas temáticas. O artigo conclui sugerindo modos pelos quais a autoridade pública supranacional pode ser mais bem desenvolvida, a fim de promover a resiliência do Estado e a construção da paz.

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