Publicação: A Desigualdade racial da pobreza no Brasil
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Brasil
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2004-2014
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BR
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Grau Acadêmico
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Texto para Discussão (TD) 2487 : A Desigualdade racial da pobreza no Brasil
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Resumo
Neste Texto para Discussão, descreve-se a evolução, de 2004 a 2014, da pobreza de pretos, pardos e brancos e investiga-se, concomitantemente à sua já conhecida redução no período, se houve diminuição da desigualdade racial da pobreza. Para tanto, apresentam-se os principais indicadores da incidência, da intensidade e da desigualdade para um amplo conjunto de linhas de pobreza, de US$ 0,10 a US$ 10,00 diários por pessoa, considerando a paridade do poder de compra (PPC). Os indicadores são decompostos para averiguar a contribuição de cada grupo para a pobreza do conjunto, de maneira a analisar as chances de pretos, pardos e brancos serem pobres. A queda da pobreza nesse período, no conjunto, e, separadamente, entre pretos, pardos e brancos foi caracterizada para todas as linhas. Tal queda foi maior entre pretos e pardos que entre brancos, o que levou à diminuição da desigualdade racial da pobreza. Embora tenha diminuído, ela continua elevadíssima. Em 2014, o nível dos indicadores de pobreza de pretos e pardos era quase igual ao dos brancos em 2004, quando, na média das linhas de pobreza consideradas, pretos tinham chance 2,5 vezes maior de serem pobres que os brancos; e a chance dos pardos era 3,2 vezes maior. Em 2014, a chance de pretos serem pobres ainda era 2,1 vezes maior que a dos brancos, enquanto a dos pardos permanecia alta, 2,6 vezes maior.
Resumo traduzido
This paper describes the evolution of poverty among pretos (black), pardos (brown/mixed) and brancos (white) from 2004 to 2014, and investigates whether along with the already known reduction of poverty in the period there was also reduction of the racial inequality of poverty. To do so, it presents the main indicators of the incidence, intensity and inequality of poverty for a broad set of poverty lines, from US$ PPP 0.10 to 10.00 per day per person. The indicators are decomposed to ascertain the contribution of each group to overall poverty, and the odds of pretos, pardos and brancos being poor are analyzed. The fall in poverty from 2004 to 2014 as a whole, and separately among pretos, pardos and brancos, was characterized for all lines. This decline was greater among pretos and pardos than among brancos, leading to a decrease in the racial inequality of poverty. Although it has declined, the racial inequality of poverty remains very high. In 2014, the level of poverty indicators for pretos and pardos was almost equal to that of brancos in 2004. In 2004, on the average of the poverty lines considered, the odds of pretos being poor were 2.5 times greater than brancos’; and the odds of pardos was 3.2 times higher. In 2014, the odds of pretos being poor was still 2.1 times greater than brancos’, while that of pardos remained 2.6 times greater.
