Publicação: Direitos civis e governo Trump : impressões sobre um antagonismo
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Estados Unidos
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2017
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BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
Civil rights and the Trump government : impressions of an antagonism, Derechos civiles y el gobierno de Trump : impresiónes acerca de un antagonismo
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Resumo
O objetivo deste trabalho é apreender a atmosfera de defesa de direitos civis nos Estados Unidos durante o primeiro ano do governo Donald Trump, de forma a verificar as concepções e os tipos de mobilização do direito sustentados por diferentes forças políticas e sociais. Para isso, a pesquisa analisou um total de 1 mil materiais extraídos de dois jornais de grande circulação no país, The New York Times e The Wall Street Journal, abrangendo notícias, editoriais, artigos de opinião, cartas de leitores, entrevistas, críticas culturais, seções especiais e até mesmo obituários. Os resultados obtidos mostraram uma forte polarização política. De um lado, os progressistas se uniram em torno de concepções de direitos civis já esperadas, abarcando a necessidade de políticas sociais e identitárias. Isolados politicamente, não conseguiram, naquele momento, avançar com propostas de expansão ou de criação de novos direitos, limitando-se apenas a negar ou se opor às políticas de Trump. Do outro lado, conservadores e liberais clássicos se uniram em uma espécie de “engenharia legal”, casando o discurso liberal clássico com políticas e concepções conservadoras de direitos, atualizando de forma bastante retrógrada os significados dos direitos civis.
Resumo traduzido
The aim of this article is to capture the atmosphere of civil rights advocacy in the United States during the first year of Donald Trump’s rule, in order to verify the conceptions and types of mobilization of law supported by different political and social forces. To do so, the survey analyzed a total of one thousand materials extracted from two major newspapers in the country: The New York Times and the Wall Street Journal. The analysis covered daily news, editorials, open editorials, readers’ letters, interviews, cultural critiques, special sections, and even obituaries. The results obtained showed strong political polarization. On the one hand, progressives have united around expected civil rights conceptions, embracing the need for social and identity politics. Politically isolated, they were unable to move forward with propositional policies of expansion or creation of new rights, just trying to deny or oppose Trump’s policies. And on the other hand, conservatives and classical liberals came together in a kind of “legal engineering,” marrying the classic liberal discourse with conservative rights-based policies and conceptions, updating in a rather retrograde way the civil rights meanings.
