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Uma Avaliação empírica do grau de flexibilidade alocativa do mercado de trabalho brasileiro

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Resumo

O estudo pretende avaliar o grau de flexibilidade alocativa brasileira, combinando medidas para grau de turbulência e de descasamento. A flexibilidade de um mercado é sua habilidade de ajuste a choques, com rapidez e na extensão adequada. A magnitude do ajuste depende tanto do grau de flexibilidade quanto dos choques. Como estes são de difícil observação, utilizam-se mudanças ocorridas no médio prazo como medida de choques, as quais são denominadas de índices de turbulência do mercado. São, essencialmente, uma medida de como variou a estrutura de mercado entre dois instantes de tempo. As medidas de descasamento, avaliadas pelo coeficiente de variação ao quadrado da taxa de desemprego, visam casar desempregados com postos de trabalho vagos ofertados num dado ponto do tempo. A análise é baseada em informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), entre 1976 e 1995, e pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), entre 1983 e 1996. Os resultados indicam que o mercado de trabalho no Brasil tende a estar mais sujeito a maiores choques, embora o grau de flexibilidade seja superior ao do mercado dos países industrializados.

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