Publication: Como avaliar iniciativas de governo digital ?
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas. Os Estados-membros das Nações Unidas e suas instituições governamentais podem reproduzir este estudo sem autorização prévia. É solicitado, apenas, que mencionem a fonte e informem à CEPAL sobre essa reprodução.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O conceito de governo digital, inicialmente denominado e-governo, surgiu no final do século XX como parte da transformação digital impulsionada pela expansão da internet, com o objetivo de melhorar a administração pública e otimizar a entrega de serviços aos cidadãos. Inspirado pela Nova Gestão Pública, o e-governo visava não só a eficiência interna dos governos, mas também a ampliação da participação pública nas decisões governamentais. Durante os anos 2000, países como os EUA, Reino Unido, Austrália e Singapura lideraram a implementação de plataformas digitais para oferecer serviços como pagamento de impostos, consultas públicas e até eleições digitais. Apesar do potencial de transformação, a digitalização não levou à integração completa das funções governamentais, e os benefícios de eficiência interna, como a formulação de políticas baseadas em dados, foram mais limitados do que o esperado. A literatura acadêmica classifica a implementação do governo digital em quatro estágios: digitalização, transformação, engajamento e contextualização, cada um com avanços nas ferramentas digitais e na interação com a sociedade. A OCDE, por sua vez, tem trabalhado na criação de um índice de governo digital para medir de forma mais abrangente o progresso nesses estágios, refletindo as mudanças na governança pública e no relacionamento do governo com a sociedade.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
MARINHO, Sarah. Como avaliar iniciativas de governo digital. In: MORAES, Rodrigo Fracalossi de (org.). Indicadores Quantitativos da OCDE e o Brasil: governança pública. Rio de Janeiro: Ipea: CEPAL, 2024. v. 3. p. 173-198. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/9786556350790cap6
