Publicação: Ciclos econômicos, comércio e custos de uniões monetárias : evidências para a América do Sul
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
America Sul
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras:
a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas;
b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e
c) A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br)
Titulo alternativo
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Banca de defesa
Resumo
Este artigo investiga a relação entre o volume de comércio bilateral e os ciclos econômicos para um conjunto de dez países da América Latina. Os resultados mostram que países que mais comercializam entre si também apresentam ciclos de negócio mais sincronizados. Segue-se que, mesmo que uma união
monetária seja ex ante não-desejável devido à necessidade de serem desenhadas respostas de política monetária elevadamente idiossincráticas, ela pode se tornar ex post ótima em conseqüência da maior correlação dos PIBs.
Resumo traduzido
This paper investigates the relationship between bilateral trade and the business cycles for a sample of ten Latin American countries. It is shown that countries displaying high volumes of bilateral trade also present more correlated economic cycles. It follows that even if a monetary union is considered ex ante undesirable due to the need of tayloring monetary responses in a very idiosyncratic fashion, it may
nevertheless prove optimal ex post when GDPs syncronization become higher.
