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Queda da desigualdade da distribuição de renda no Brasil, de 1995 a 2005, e delimitação dos relativamente ricos em 2005

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Abstract

Analisa, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), a evolução e a redução da desigualdade de renda no Brasil entre 1995 e 2005, destacando que a diminuição é mais clara e acentuada a partir de 2001, especialmente para o rendimento domiciliar per capita. O autor examina detalhadamente mudanças na distribuição da renda no período 2001–2005, apresenta indicadores como índice de Gini e medidas de Theil e discute curvas de crescimento favoráveis aos mais pobres em diferentes intervalos temporais. Por fim, propõe uma delimitação objetiva entre “relativamente pobres” e “relativamente ricos” em 2005, estimando um limite de renda associado a medidas de desigualdade, com implicações para o debate sobre políticas públicas e parâmetros como o limite de isenção do imposto de renda.

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HOFFMANN, Rodolfo. Queda da desigualdade da distribuição de renda no Brasil, de 1995 a 2005, e delimitação dos relativamente ricos em 2005. In: BARROS, Ricardo Paes de; FOGUEL, Miguel Nathan; ULYSSEA, Gabriel (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília: Ipea, 2006. v. 1, p. 93-105. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20027

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Description

Este trabalho é uma versão atualizada e bastante modificada do artigo: HOFFMANN, R. Brasil, 2004: menos pobres e menos ricos. Parcerias Estratégicas, Brasília, v. 22, p. 77-88, jun. 2006. Edição especial.

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Desigualdade de renda no Brasil : uma análise da queda recente : volume 1
(Ipea, 2006) Barros, Ricardo Paes de ; Foguel, Miguel Nathan ; Ulyssea, Gabriel ; Barros, Ricardo Paes de; Ulyssea, Gabriel; Foguel, Miguel Nathan; Ricardo Paes de Barros; Miguel Nathan Foguel; Gabriel Ulyssea
Reúne estudos voltados para estimar a magnitude da queda recente na desigualdade e suas consequências sobre as condições de vida da população mais pobre; e aqueles cujo objetivo é identificar os principais fatores determinantes por trás desse movimento. Analisa, em detalhes, as transformações por que passaram os diversos tipos de transferências governamentais, principalmente as pensões e as aposentadorias, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Programa Bolsa Família (PBF). Trata dos fatores responsáveis pelas transformações na distribuição dos rendimentos do trabalho. Avalia o papel da educação e da experiência potencial dos trabalhadores no mercado de trabalho para a redução da desigualdade de renda. Trata do mercado de trabalho como gerador de desigualdade. A análise é centrada nos papéis desempenhados pela discriminação de gênero e de cor, bem como por três tipos de segmentação: setorial, formal-informal e espacial. Aborda os efeitos do salário mínimo sobre a desigualdade de renda por meio das remunerações pagas no mercado de trabalho, assim como das transferências governamentais a ele vinculadas, visando contribuir para o aprimoramento das políticas públicas e, dessa forma, acelerar o processo de redução da extrema desigualdade de renda que ainda prevalece no País.

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