Publicação:
Programas de transferências de renda no Brasil : impactos sobre a desigualdade

Carregando...
Imagem de Miniatura

Paginação

Primeira página

87

Última página

129

Data

Data de publicação

Data da Série

Data do evento

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

por

Cobertura espacial

Brasil

Cobertura temporal

País

BR

organization.page.location.country

Tipo de evento

Grau Acadêmico

Fonte original

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Acesso à informação

Acesso Aberto

Termos de uso

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

Titulo alternativo

item.page.organization.alternative

Variações no nome completo

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

item.page.organization.manager

Outras autorias

Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Resumo

Analisa como os programas brasileiros de transferência de renda — como Bolsa Família, BPC, Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Auxílio‑Gás, Peti e outros — contribuem para reduzir a pobreza e a desigualdade no país, especialmente entre 1995 e 2004. Com base nos dados suplementares da PNAD 2004 e em uma metodologia própria para separar transferências sociais de rendimentos financeiros, os autores avaliam a focalização, o grau de progressividade, os impactos distributivos e os efeitos sobre a incidência e intensidade da pobreza. Os resultados mostram que todos os programas são bem focalizados nas famílias mais pobres, sendo que o BPC e as aposentadorias/pensões vinculadas ao salário mínimo têm forte capacidade de retirar famílias da indigência e da pobreza, enquanto os demais programas (como Bolsa Família) reduzem significativamente a vulnerabilidade, embora nem sempre elevem os beneficiários acima da linha de pobreza. Além disso, evidências apontam que as transferências foram responsáveis por parcela importante da queda da desigualdade no período, sobretudo por apresentarem forte progressividade e atingirem majoritariamente os estratos mais pobres, apesar de limitações na cobertura e desafios de coleta de dados na PNAD.

Resumo traduzido

organization.page.description

Sobre o pesquisador

Endereço de Email

ORCID

Lattes

Google Scholar ID

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Palavras-chave traduzidas

JEL

Citação

SOARES, Fábio Veras et al. Programas de transferências de renda no Brasil: impactos sobre a desigualdade. In: BARROS, Ricardo Paes de; FOGUEL, Miguel Nathan; ULYSSEA, Gabriel (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília: Ipea, 2007. v. 2. p. 87-129. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20040

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final dessa publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

organization.page.relation.references

Livros

Livro
Desigualdade de renda no Brasil : uma análise da queda recente : volume 2
(Ipea, 2007) Barros, Ricardo Paes de; Foguel, Miguel Nathan; Ulyssea, Gabriel; Ricardo Paes de Barros; Miguel Nathan Foguel; Gabriel Ulyssea
Reúne estudos voltados para estimar a magnitude da queda recente na desigualdade e suas consequências sobre as condições de vida da população mais pobre; e aqueles cujo objetivo é identificar os principais fatores determinantes por trás desse movimento. Analisa, em detalhes, as transformações por que passaram os diversos tipos de transferências governamentais, principalmente as pensões e as aposentadorias, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Programa Bolsa Família (PBF). Trata dos fatores responsáveis pelas transformações na distribuição dos rendimentos do trabalho. Avalia o papel da educação e da experiência potencial dos trabalhadores no mercado de trabalho para a redução da desigualdade de renda. Trata do mercado de trabalho como gerador de desigualdade. A análise é centrada nos papéis desempenhados pela discriminação de gênero e de cor, bem como por três tipos de segmentação: setorial, formal-informal e espacial. Aborda os efeitos do salário mínimo sobre a desigualdade de renda por meio das remunerações pagas no mercado de trabalho, assim como das transferências governamentais a ele vinculadas, visando contribuir para o aprimoramento das políticas públicas e, dessa forma, acelerar o processo de redução da extrema desigualdade de renda que ainda prevalece no País.

Publicações

Faz parte da série

Fascículos

Eventos relacionados

Volumes

Projetos de Pesquisa

Unidades Organizacionais

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais