Publication: Em busca do padrão-ouro? O percurso histórico do uso de experimentos na avaliação de políticas sociais
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Neste capítulo, baseamo-nos na análise de conteúdo de 123 RCTs e em fontes secundárias sobre avaliações experimentais de políticas sociais – detalhes sobre os dados e a estratégia empírica podem ser encontrados em de Souza Leão e Eyal (2019) – para demonstrar que a recente adoção generalizada de RCTs não se deve a seus méritos técnicos inerentes ou exclusivamente a estratégias retóricas e organizacionais de seus propositores. A adoção generalizada de RCTs reflete a capacidade dos randomistas de superar a resistência política à randomização de politicas sociais que prejudicou a primeira onda. Além desta introdução, este capítulo está dividido em mais quatro seções. A seção 2 apresenta os referenciais teóricos adotados. A seção 3 parte para a análise histórica comparativa das duas ondas em que os RCTs foram usados para avaliar projetos de desenvolvimento internacional. A seção 4 explica os processos políticos e históricos que permitiram que esse tipo de avaliação experimental fosse bem-sucedida nos anos 2000, ao contrário do ocorrido nos anos 1960 e 1970. Embora o foco deste capítulo seja o uso de RCTs nos campos da ajuda ao desenvolvimento internacional e das ciências econômicas, o arcabouço teórico adotado aqui é útil para revelar mecanismos mais amplos que visam unir as ciências sociais e a política pública. Na conclusão, seção 5, demonstramos como essa estrutura conceitual oferece insights para entender a política contemporânea de hierarquia de evidências no Brasil.
